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Por Danielle Macedo, Marketing na BaseKit

Atuar como freelancer pode ser uma ótima ideia – entre as vantagens estão ser o seu próprio chefe, ter a oportunidade de trabalhar em diversos projetos e, muitas vezes, ganhar mais.

Embora tudo isto pareça interessante, é importante lembrar também que a vida de freelancer pode ser recheada de desafios – um dos principais problemas, por exemplo, é gerenciar as expectativas e prazos apertados dos clientes.

Ter um bom relacionamento com clientes é fundamental em qualquer área. A forma como você lida com clientes e seu nível de satisfação faz toda a diferença no crescimento do seu negócio.

Se você já trabalha como profissional liberal há algum tempo, já deve ter enfrentado diversas dificuldades com clientes exigentes, que solicitam milhares de mudanças no decorrer do seu trabalho. Isto é verdade especialmente para clientes de grande porte, que muitas vezes acabam tomando o tempo que você tinha reservado para trabalhar com empresas menores.

A melhor solução para este problema é cortar o mal pela raiz.  Aqui vão algumas dicas para que você possa gerenciar melhor o seu tempo e evitar problemas no futuro:

Envolva o cliente

Uma boa ideia é envolver os clientes a partir da fase inicial do projeto, para evitar alterações de última hora. Se o cliente participar de maneira ativa em todo o processo de criação, suas chances de aprovar o layout rapidamente serão muito maiores. Outra dica é ir além do briefing escrito, mostrando logo no início qual será o layout do projeto para o cliente.

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Recentemente li alguns artigos que estavam na lista pra ‘ler depois’ e dois deles falavam sobre a relação entre games e design. Confesso que não sou um gamer frequente e raramente faço pausas para jogos que não sejam de futebol de verdade, mas os argumentos apresentados são ótimos e me convenceram.

Como uma tentativa de criação de novos hábitos, decidi gastar algum tempo dos meus intervalos no dia para jogos. E como já vi muita gente animada jogando e dizendo o quanto Poker é legal, resolvi que ia ser um dos primeiros testes. E de praticar um pouco online pode ser que daqui a um tempo já dê pra jogar de verdade e colocar em disputa o meu suado dinheiro numa roda com amigos.

primeiros esforços no Party Poker

O primeiro texto, Sua Nova Desculpa para Comprar um Xbox (em inglês), de 2008, mas que eu não tinha terminado de ler, fala bastante sobre o lado emocional que os games exploram para manter seus usuários concentrados o suficiente para superarem suas fases. Recompensas e desafios em cada parte do jogo, controle da experiência (cores, áudio, etc) e as narrativas são alguns dos temas abordados.

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Há quase um ano, voltando para casa de carona com meu pai, ele comentou que tinha ido numa consulta e, do nada, a médica pediu para ver sua carteira de habillitação. À princípio ele negou, mas ela insistiu e ele acabou cedendo.

Ela então olhou o documento e perguntou o que havia de errado. Meu pai, sem entender nada, disse que não havia nada de errado. Ela então pediu para ele conferir qual era a data de vencimento. Puxa vida, ali estava o erro, carteira vencida há cerca de 6 meses! Afinal, quem sabe quando a habilitação vai vencer?

Quando ele terminou de contar isso, eu comecei a pensar em como resolver este problema, como a internet poderia ajudar nisso. Então pensei num sistema em que você inserisse alguns poucos dados e ele te avisasse quando a data estivesse chegando. Email me pareceu a opção mais viável, já que SMS ficaria muito caro. Depois de alguns meses desenvolvendo, coloquei no ar o renovesuacnh.com.br, um serviço para não te deixar esquecer desta data.

www.renovesuacnh.com.br

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Esses dias me deparei com notícias de que dois grandes serviços online vão lançar versões completamente novas de seus produtos.

O primeiro é o Basecamp, software de gerenciamento de projetos da 37signals, de quem eu já cansei de elogiar aqui.

Na coluna que anuncia o novo projeto, Jason Fried (co-fundador), argumenta os motivos que levaram a empresa a fazer tudo de novo. Resumidamente eles entendem que o ciclo de um produto que foi lançado há 8 anos já está no fim e é hora de fazer melhor. Abaixo um pedaço.

For one, eight years is a long time. Consider the ways in which the world has changed over the past eight years. We’ve learned a lot about collaborating in that time. We’ve received tons of feedback from users, many of whom have shown us the ways in which they work. Plus, there are technologies available that didn’t exist back then.

Leia a coluna inteira: Starting Over (em inglês)

Pessoalmente nunca usei o programa, mas já tive ótimas referências dele, fora a página de apresentação, que tem uma redação muito convincente sobre sua qualidade.

Vimeo

O segundo serviço anunciando um enorme redesign é o ótimo Vimeo.

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Design é inegavelmente uma palavra em evidência, por dezenas de motivos diferentes. Uma coisa que anda me incomodando é como as fabricantes de carro (e suas agências) estão tratando o assunto.

Todo mundo já conhece o jogo: Chega o final do ano e novos modelos de veículos são lançados. Quando as mudanças são sutis, geralmente a ênfase da divulgação vai mais o lado mecânico, melhoras de performance e etc. Quando a cara do carro tem uma mudança significativa, nossa palavra querida aparece de montão.

(no meu último post eu falo um pouco sobre essa evolução dos veículos ao longo do tempo – entre outras coisas)

Como já estamos em 2012, tem carro novo pra todo lado. E andam tratando design pra vender só a forma, consequentemente fazendo a população ter uma concepção errada do que a palavra representa, como acontece com o termo ‘marketing‘.

O maior exemplo do que venho falando é o Kia Soul, que se vende como “carro-design”.

Talvez o fato de eu achar esse carro horroroso contribua pra minha implicância com ele, fico um pouco ofendido de ver um carro feio desse levando a alcunha design. Veja o comercial.

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Postei essa imagem no twitter há uns meses e comentei sobre a permanência do visual da série E nos carros da Mercedes ao longo dos anos. Os replies que recebi comentavam da falta de inovação nos carros por parte da Mercedes e que a BMW tinha sido mais ousada nesse sentido. Não levei a discussão muito pra frente porque meu ponto não era comparar tecnologia, mas sim a aparência dos carros. Acho que o mercado automobilístico é o que mais respeita a característica de uma linha. Excluindo claro, os carros que são muito feios e precisam mudar completamente de cara ao longo do tempo, a maioria segue uma sequência de evolução bem clara. Abaixo, meu carro favorito.

Honda Civic

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