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Artigos do mês de outubro, 2007


Hoje conversaremos sobre um processo que divide de forma direta a profissão de design: a criação e a produção. As duas palavras soam de maneira agradável aos ouvidos de muitas pessoas, porém, são compreendidas somente quando executadas pelas mesmas. Esse acaba se tornando o grande problema.

Saber chegar a um desses pontos será fundamental para a realização de alguns projetos, e até mesmo da carreira. Afinal, todos aqueles que estudam para se tornarem bons designers, se deparam com a seguinte situação: estudar conceito ou ferramenta?

Essa com certeza vai ser uma das respostas que vai indicar qual lado seguir. Quase todos os cursos de todas as faculdades direcionadas a Design (independente da área), irão mostrar os dois lados, com aulas teóricas e outras práticas.

Exemplo:
O que seria mais interessante? Estudar e conhecer as características da Semiótica (exemplo de matéria que envolve conceito) ou se empenhar e desbravar efeitos e animações de um software como After Effects?

Essa provavelmente vai ser a questão que vai definir o tipo de vaga a ser ocupada no mercado. De um lado temos diretores de arte e criação, cheio de idéias e conceitos que resolvem qualquer tipo de problema do cliente, porém, não sabem muitas vezes nem abrir um software. Do outro lado temos os famosos “ferramenteiros”, profissionais que fazem até chover se precisar, pois dominam os softwares de uma maneira absurda, são capazes de qualquer coisa, resolvem qualquer problema, desde que não sejam responsáveis por criar nada.

Esse ambiente se torna cada dia mais normal, independente da agência, do job ou até mesmo do cliente.

Solução: saber escolher que lado seguir.

 livro.jpg

Hoje venho falar de um livro muito interessante, o qual é com certeza objeto de interesse de todo e qualquer profissional de criação que tenha seu trabalho veiculado em ambiente digital. O livro Direito e Internet – Relações Jurídicas na Sociedade Informatizada, tem como tema principal o direito do autor sobre suas obras intelectuais após as inovações tecnológicas no campo das telecomunicações que propiciaram o surgimento deste novo ambiente cibernético. A exposição das questões problemáticas atuais são colocadas de uma forma concisa através da análise das diversas falhas da legislação que ainda se desdobra para encontrar soluções para nossa nova realidade.

Apesar de ser um assunto de cunho burocrático, é de vital importância que nós profissionais da área de criação estejamos atentos ao que está acontecendo para que tenhamos condições de colaborarmos com o debate, pois afinal de contas é o ‘pão nosso de cada dia’ que está em jogo.

Direito e Internet – Relações Jurídicas na Sociedade Informatizada
Coordenadores: Marco Aurélio Greco e Ives Gandra da Silva Martins
São Paulo : Editora Revista dos Tribunais, 2001
ISBN 85-203-2034-1

Alguns dias atrás resolvi parar e repensar as minhas últimas escolhas, aquelas que me permitiram mudar de trabalho, iniciar um curso superior e dar o primeiro passo para um período (caótico – no bom sentido) de grandes mudanças e pequenos passos em direção aos objetivos pessoais, foi quando me veio à mente a importância do networking (rede de contatos, rede de trabalho ou ainda rede de relacionamentos) no nosso caminho.

Por mais que tenhamos conhecimento na área onde pretendemos atuar, habilidades, disciplina e uma série de outras qualidades, a nossa rede de contatos é, ainda assim, um dos elementos-chave para definir o sucesso de algumas ações ou no mínimo, diminuir drasticamente o esforço, recursos e tempo gastos para se atingir determinadas metas e objetivos, além disso todos sabemos a importância de manter contato com alguém que atua na área em que queremos ou melhor ainda, na empresa em que queremos atuar, não que seja uma relação de puro interesse mas quando essa relação é sincera e traz benefício para ambos, a tendência de ser favorecido aumenta bastante.

Como ainda mantenho contato com algumas pessoas com as quais estudei durante o ensino fundamental, parei para observar um pouco melhor a carreira deles nos dias atuais e para a minha surpresa, as pessoas que estão melhor colocadas hoje, não são aquelas que tinham o melhor aproveitamento em sala e nem é preciso pensar muito para saber por que isso ocorreu, a reposta é o networking que cada um cultiva.

A frase “Nenhum homem é uma ilha” (atribuída ao filósofo Teilhard de Chardin) explica com muita clareza a importância do networking e mesmo sem saber, já o praticamos muitas vezes seja ajudando ou sendo ajudado por alguém da nossa rede de contatos e para o Design, nossa área de atuação, essa é (também) uma ferramenta de extremo valor e que deve ser aprimorada diariamente para que tenhamos sempre boas alternativas para escolher, afinal, sem ela ficaria muito mais difícil conseguir aqueles freelas, empregos em agências e até mesmo colaboradores para nossos projetos portanto, se você ainda não pensou nisso vale a pena parar uns minutos e refletir sobre como está a sua rede de contatos e o que fazer para melhorar.

Mais informações:
Networking: Como Conseguir uma Boa Conexão (Universia Brasil)
O que é networking (Você S.A.)

Estivemos presentes na edição de sábado do InterCon 2007. Abaixo uma foto do auditório.

Auditório do Intercon

Primeiro um coffee break e o credenciamento dos visitantes. Depois o Tiago Baeta (diretor do iMasters) fez a abertura do evento e passou a palavra a Luli Radfahrer, que foi o entrevistador do evento.

– Hi. I´m a Mac

Foi sua primeira frase, tirando risos de toda a platéia. Fez a introdução e abriu para os primeiros palestrantes do dia, Cris Dias, Carlos Merigo, Fabio Seixas e Mauro Amaral, que gravaram o Braincast #10 ao vivo. Uma bela ‘despalestra’ que contou com a intervenção do Luli e de algumas pessoas que estavam assistindo.

Braincast

Falaram de ferramentas, sobre blogs, do twitter (que rolou solto no evento, inclusive na hora das palestras, incentivado até pelos palestrantes), ferramenta onde montamos nossas próprias salas de chat, filtrando o conteúdo que desejamos.

Braincast# 10 no InterCon 2007

Em relação a blogs o mais legal foi falarem da credibilidade adquirida através dos blogs. O Cris Dias, por exemplo, só vê o sucesso do Vilago (sua empresa de hospedagem) através da eficiênciaque atingiu no seu blog. O Elcio e o Diego Eis são outro exemplo. O Tableless é referência em padrões web no Brasil e isso possibilitou a criação da Visie, que é a empresa na qual eles dão treinamentos e ganham dinheiro com isso. Ou seja, o blog pode não ser a fonte direta de renda, mas é o que possibilita e te credencia a ter sucesso em outras coisas.

Publicidade, Adwords, vídeo, banners, Adsense e até Second Life foram outras citações.

Quando o episódio for lançado você poderá fazer o download e conferir na íntegra. Eu gravei as palestras em mp3, mas preciso editar (volume, barulhos) e pedir a autorização pra publicar. Creio que não seja problema, mas é um passo necessário.

Podcast disponível para download: Braincast #9 | Episódio 10

Pedro Venturini – Itaú

2ª palestra do dia. Bateu e reforçou que a marca é o principal ativo de uma empresa, o pano de fundo para qualquer negócio.

Ler o texto completo »

helvetica básica

Trabalho com diagramação há cerca de três anos. Trabalhei em diversos tipos de manuais nesse período, utilizei a Helvetica em aproximadamente 30% dos manuais que realizei e cheguei até usa-la como padrão de todos os documentos de uma empresa.

Helvetica, ela mesmo, um tipo tão usado em todo o mundo, chega aos seus 50 anos de existência. Um tipo não tão interessante no meu ponto de vista, simplesmente funcional para quase tudo que se possa usá-la. Poderia dizer que a Helvetica é um tipo discreto e básico como uma camiseta branca da Hering.

Existem milhares de tipos espalhados pela internet e muitos deles pouco aproveitáveis. Hoje em dia cada um quer criar sua fonte, estabelecer um diferencial para os olhares. Muitas empresas compram fontes para utilizarem em sua identidade visual. Eu gostaria de criar fontes para empresas com essa finalidade, mas aja estudos tipográficos pra isso.

Por que isso?!!!
Helvetica por que tão usada?

trabalhos feitos com a Helvetica: fotos

familia Helvetica: compre

Ttsss… a grande arte da pixação em São Paulo, Brasil

Essa semana li o livro Ttsss… A grande arte da pixação em São Paulo, Brasil, pixação com “X” adotada pela editora devido a grafia das ruas, que usa pixação em vez de pichação, como determina a ortografia oficial.

Organizado por Boleta (ex-pixador), fala um pouco desta arte urbana característica de São Paulo, que muitos julgam como poluição visual, mas que define bem o caos da cidade.
Registros que os pixadores chamam de folhinhas, que são trocadas entre eles, mostrando letras que são ofuscadas nas ruas de São Paulo e fotos de lugares atacados por esse tipo de grafia.
Boleta fez ainda um alfabeto com algumas letras para quem quiser entender um pouco deste universo dos novos Gutenbergs, reinventores dos tipos gráficos impressos das metrópoles, como o próprio livro cita.
Recomendo este livro para quem tem curiosidade sobre esta arte bem interessante que poucos entendem.

Sobre

O Design Coletivo é formado por 8 designers, interessados em criação de conteúdo relevante sobre design e seu reflexo no mercado, além do estímulo do debate nos assuntos referentes à area.

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