Hoje conversaremos sobre um processo que divide de forma direta a profissão de design: a criação e a produção. As duas palavras soam de maneira agradável aos ouvidos de muitas pessoas, porém, são compreendidas somente quando executadas pelas mesmas. Esse acaba se tornando o grande problema.
Saber chegar a um desses pontos será fundamental para a realização de alguns projetos, e até mesmo da carreira. Afinal, todos aqueles que estudam para se tornarem bons designers, se deparam com a seguinte situação: estudar conceito ou ferramenta?
Essa com certeza vai ser uma das respostas que vai indicar qual lado seguir. Quase todos os cursos de todas as faculdades direcionadas a Design (independente da área), irão mostrar os dois lados, com aulas teóricas e outras práticas.
Exemplo:
O que seria mais interessante? Estudar e conhecer as características da Semiótica (exemplo de matéria que envolve conceito) ou se empenhar e desbravar efeitos e animações de um software como After Effects?
Essa provavelmente vai ser a questão que vai definir o tipo de vaga a ser ocupada no mercado. De um lado temos diretores de arte e criação, cheio de idéias e conceitos que resolvem qualquer tipo de problema do cliente, porém, não sabem muitas vezes nem abrir um software. Do outro lado temos os famosos “ferramenteiros”, profissionais que fazem até chover se precisar, pois dominam os softwares de uma maneira absurda, são capazes de qualquer coisa, resolvem qualquer problema, desde que não sejam responsáveis por criar nada.
Esse ambiente se torna cada dia mais normal, independente da agência, do job ou até mesmo do cliente.
Solução: saber escolher que lado seguir.





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