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Artigos do mês de novembro, 2007


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Música, arte e design, andam cada vez mais juntos. Rafael em seu post “ A interferência da música” abordou um pouco isso.

Uma prova legal dessa junção artística, é o mais novo trabalho do músico Siba (Ex-Mestre Ambrósio, grupo expressivo na cena de mangue beat, dos anos 90) e a banda Fuloresta, com poesias e músicas regionais pernambucanas como Maracatu, Coco e Ciranda.

A capa e alguns detalhes do encarte do cd do Siba e a Fuloresta – Toda Vez Que Eu Dou Um Passo, foi ilustrada pela famosa dupla paulista de irmãos grafiteiros Osgemeos , conhecida por divulgar o Graffiti brasileiro no exterior, grafitar alguns trens em São Paulo e juntamente com outros dois artistas brasileiros (Nina e Nunca), pintar o Castelo de Kelburn na Escócia.

A mistura muito bem composta por arte musical de recife e a arte visual de rua de São Paulo.

Uma nova exposição da dupla de grafiteiros que acontecerá na Holanda, levará o nome: “As Flores desse jardim meus avós plantaram”, trecho de uma letra de Siba.


Fonte: Jornal O Estado de São Paulo

Mais:

Notícias Oi!
Uol Música

Coleção “FOUND” do grupo FRONT

Front é um grupo de design composto por Sofia Lagerkvist, Charlotte von der Lancken, Anna Lindgren e Katja Sävström. Elas trabalham envolvidas no processo de design de um produto, das discussões e idéias iniciais ao produto final. Seus trabalhos têm como base discussões comuns explorando e investigando tópicos diversos. O Resultado final geralmente comunica uma estória sobre o processo em si e convenções dentro do campo do produto ou o material de que é feito.

O grupo busca entender a relação entre objetos recentemente projetados e objetos já existentes e o que diferencia os objetos uns dos outros dentro de uma categoria – onde o objeto comum termina e onde um novo produto distinto começa?

Na coleção FOUND, conhecida como “Magic collection” exposta na Galeria Rossana Orlandi, durante a feira de Milão/2007 diferentes objetos comuns foram unidos e tendo algumas de suas características modificadas. Pequenos detalhes dentro de um objeto se tornaram a essência do novo produto.

Estes são objetos comuns que foram alterados, tiveram algo adicionado, foram desmontados, remontados ou tiveram características distintivas alteradas. Entre eles, um armário com o reflexo de uma sala em um momento passado, um globo padrão para lâmpadas com objetos escondidos que se refletem em decorações por sombras e lâmpadas iluminadas que parecem flutuar. O lampejo na superfície do vidro se transforma na decoração da lâmpada. Uma cômoda é dividida e remontada de forma a parecer desafiar a gravidade. Bolas de espelho são dispostas em um candelabro que ilumina a sala com luz tipo confete. Uma luz bilha através da porta levemente adjacente, tornando-se a decoração, porém quando a porta se abre a luz é apagada. Um armário tem sua superfície mudando constantemente através de placas alternadas de publicidade.

Design Criativo

Surgido da reunião de quatro amigas da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Konstfack em Estocolmo, Suécia – o grupo Front, mostra extrema criatividade e versatilidade no desenvolvimento de um design de re-significação.

Na coleção FOUND, objetos do cotidiano da maioria das pessoas recebem alterações que transformam estes de objetos comuns em objetos fantásticos. A nova significação não só altera nos objetos suas características, mas acrescenta um “brilho mágico” fazendo uma incrível transição entre o cotidiano e o extraordinário.

Clique na imagem abaixo e veja a entrevista [em inglês] com Anna Lindgren, realizada pelo site Vernissage TV, na premiação Designer do Futuro, durante o fórum global Design Miami/Basel, onde são apresentados os segredos do criativo grupo Front.


Mais:

Sketch Furniture by FRONT

É muito provável que grande parte da humanidade gosta de trabalhar ou executar uma determinada tarefa ouvindo música, seja lá em alto som ou até mesmo, de uma forma mais reservada, como o fone de ouvido.

Levando esse assunto para a área de design, percebo diversos comportamentos: pessoas que só conseguem trabalhar se tiverem uma música acompanhando, ou até mesmo outras que se desconcentram e não conseguem criar absolutamente nada com a presença de algum tipo de áudio.

Em um determinado ambiente, a música pode interferir diretamente na ação e na construção de algo. Isso se torna claro quando conhecemos alguns tipos de trabalhos, principalmente quando são alternativos e experimentais. Podemos reparar nesses tipos de trabalho como a música formata a idéia inicial do designer, muitas vezes devido a uma parte da letra ou ritmo utilizado. Nesses trabalhos, não vemos necessariamente se a influência musical foi criada devido ao Rock ou Reggae, ou qualquer outro estilo, mas podemos sim observar movimento.

Não que todas as pessoas que gostam do mesmo ritmo vão criar trabalhos iguais, que utilizam as mesmas cores e formas. Provavelmente a maior semelhança entre essas pessoas seja o caminho percorrido para a conclusão de um trabalho. A busca de estilos musicais alternativos pode proporcionar novas construções pessoais ao designer, criando assim um estilo independente e variável, afinal, a música sofre mudanças diariamente.

Já a busca por estilos musicais antigos pode forçar em certo momento, uma maneira diferente de interpretar o que está sendo criado.

A necessidade da criação e da busca do novo é fator comum entre design e música, tornando assim paralelo para tantos como fonte de inspiração, e desprezado por poucos devido a desconcentração de um processo de criação.

Embora tipografia (palavra que vem do grego typos = forma + graphein = escrita) é um termo que ultimamente está em voga, não são muitos os designers que entendem que a tipografia cumpre funções diferentes da simples composição de palavras.

Em seu post “Motion Type” o Thiago Martins abordou a tipografia em movimento, mostrando mais uma das muitas maneiras de se empregar a técnica.

Abaixo segue o resultado de um trabalho produzido recentemente por Camilo Oliveira, Cássio Lacerda, Klaibert Miranda e Robson Santos, para o curso de tipografia, que faz uso desta técnica de tipografia em movimento (ou kinetic typography em inglês) e outras referências legais para quem gostou do tema.

Veja mais:
The Child
Citizen Cope – Let The Drummer Kick
Ocean’s Eleven
The Hush Sound – The Lions Roar
Devil´s Advocate

Quando optei por seguir a carreira de designer, a primeira pergunta que tive que responder a mim mesmo foi como farei isso? Hoje em dia temos muitas opções para seguir dentro desta área e tive que fazer escolhas e mais escolhas e responder muitas outras perguntas: Vou para uma  grande agência? Vou fundar uma agência própria? Trabalhar como freelancer? Vou sozinho nesta jornada ou é melhor formar uma equipe?

Com a resposta certa no pensamento, ou não, fui caminhando nesta jornada e começaram a aparecer mais e mais pessoas com o mesmo ideal, a essas alturas eu já tinha tentado ser o exército de um homem só e diante da nova oportunidade parei e refleti sobre como seria fazer parte de uma equipe. Gostei da possibilidade…

Surgiram os primeiros deveres como coletivo e então fui relembrar como é difícil trabalhar em equipe, respeitar as particularidades alheias, alinhar pensamentos, objetivos, prioridades e seguir por eles, realmente um aprendizado que fica para toda vida, mas quando vem o resultado, quando a etapa é superada, é que se vê o quanto vale a pena cada segundo de esforço desprendido.

Depois de alguns anos, finalmente consegui a resposta adequada para uma das minhas primeiras perguntas da carreira, sozinho é possível chegar lá sim, porém, por mais que seja difícil trabalhar em equipe, quando se consegue alinhar os objetivos é possível chegar muito mais longe, com menos esforço e uma enorme economia de tempo e dor de cabeça, o Coletivo que o diga….

Imagem por Mahirates

Com a existência de diversos meios de comunicação visual espalhados pelo mundo, cada vez mais profissionais buscam seu espaço, mostrar seu estilo e tentam se destacar em meio a concorrência.

Por meio de pesquisas no devianArt encontrei o portfólio de Mahir Ates. A imagem acima, apresenta uma critica ao desmatamento, mostrando o homem como o maioral, sempre o mais forte é o mais “inteligente”, destruindo o ambiente a sua volta. Todas as imagens de Mahir são muito conceituais e transmite uma mensagem diferente a cada olhar.

Mahir estudou engenharia química por dois anos e não conseguiu se adaptar e partiu para as belas artes. Trabalhou em agências e em meio a sua formação começou a desenhar retratos realistas com o aerógrafo, e se especializou em fotografia comercial e pinturas digitais.

mais:
sobre Mahir Ates: mahirates
imagens por Mahir Ates: digital paintings, traditional paintings
deviantArt de Mahir Ates: mahirates

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O Design Coletivo é formado por 8 designers, interessados em criação de conteúdo relevante sobre design e seu reflexo no mercado, além do estímulo do debate nos assuntos referentes à area.

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