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	<title>Design Coletivo &#187; Rafael Cavalcanti</title>
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	<description>O Design Coletivo é formado por 8 designers, interessados em criação de conteúdo relevante sobre design e seu reflexo no mercado, além do estímulo do debate nos assuntos referentes à area.</description>
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		<title>Se eu tivesse uma câmera</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 18:42:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Cavalcanti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Como quase todas as pessoas existentes no planeta Terra, passei durante toda a minha infância diversos momentos únicos e que infelizmente não puderam ser realmente relatados de acordo com o meu ponto de vista atual e futuro. Digo isso, pois durante esse período passei desde situações inusitadas e engraçadas a lembranças extremamente psicodélicas. Infelizmente uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Como quase todas as pessoas existentes no planeta Terra, passei durante toda a minha infância diversos momentos únicos e que infelizmente não puderam ser realmente relatados de acordo com o meu ponto de vista atual e futuro. Digo isso, pois durante esse período passei desde situações inusitadas e engraçadas a lembranças extremamente psicodélicas.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Infelizmente uma das coisas que mais me arrependo é de não ter conseguido de alguma forma trazer todas essas informações e imagens até os dias hoje, carregando tudo isso como uma enorme bagagem pessoal, agregando assim diversos valores na minha vida pessoal, no meu caráter e como designer também.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Resgatar esses momentos únicos seria dar razão para tudo que pensamos, ou muitas vezes, criações e influências de outras pessoas, com outros pontos de vista. Algo como seu aniversário de 5 anos, que ao invés da pessoa encarregada da gravação “do VHS” filmar pessoas bonitas e a mesa cheia de presentes, insiste em gravar você batendo em outras crianças, ou sempre mostra aquelas tias feias que vão à festa somente para comer.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Talvez por falta de iniciativa, mesmo quando recebi minha primeira câmera aos 12 anos, acabei adquirindo outras formas de captação e entendimento sobre o que me interessava, vivenciando cada fase que passei e reproduzindo esse contexto até os dias de hoje. Mas em relação a imagens e momentos que presenciei, tenho somente lembranças e reflexos.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Ao contrário de tudo isso, um dos maiores fotógrafos de todos os tempos utilizou diversos valores adquiridos durante a infância para formalizar suas idéias. Trata-se de Henri Cartier Bresson, um francês de 1908, que quando criança recebeu de seus pais uma câmera Box Brownie, despertando assim uma imensa obsessão por imagens. Suas fotos tiradas enquanto pequeno retratavam um mundo totalmente particular e visto de maneira pessoal, desde suas fotos com composições de crianças, até mesmo momento familiares.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Com o tempo suas técnicas foram evoluindo e seus trabalhos se tornaram reconhecidos na mesma proporção da sua obsessão, sendo sempre caracterizados pela forma singular de pensar e por características inicias de Surrealismo, fator que o acompanhava desde criança, reforçando assim a idéia de que alguns valores iniciais realmente são adquiridos nessa fase de experiência infantil.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"></span><img src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2008/02/browniebox-camera2.jpg" alt="browniebox-camera2.jpg" height="248" width="241" /></p>
<p class="MsoNormal">A câmera Brownie Box</p>
<p class="MsoNormal"><img src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2008/02/img01.jpg" alt="img01.jpg" height="286" width="192" /> <img src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2008/02/img02.jpg" alt="img02.jpg" height="287" width="189" /> <img src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2008/02/img03.jpg" alt="img03.jpg" height="288" width="193" /></p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
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		<title>Os novos artistas</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jan 2008 17:40:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Cavalcanti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conceitos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[Em um mundo onde a tecnologia assume cada vez mais um papel de protagonista, algumas áreas da arte e do design sofrem modificações diretas, influenciadas por novas técnicas, proporcionando assim a criação de novos artistas. Esses artistas acabam utilizando diversas plataformas e mídias para desenvolver novos processos de criação, aliados geralmente a grandes campanhas publicitárias. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um mundo onde a tecnologia assume cada vez mais um papel de protagonista, algumas áreas da arte e do design sofrem modificações diretas, influenciadas por novas técnicas, proporcionando assim a criação de novos artistas. Esses artistas acabam utilizando diversas plataformas e mídias para desenvolver novos processos de criação, aliados geralmente a grandes campanhas publicitárias. Com isso vários designers atuais se consagram a ponto de serem considerados verdadeiros artistas dessas novas mídias, formalizando idéias e execuções baseadas em conceitos de arte, design e tecnologia.</p>
<p>Todas as idéias são apresentadas e divulgadas durante todo o ano em grandes festivais internacionais, constituído por diversas agências de todo o mundo, como o famoso Festival Internacional de Cannes que acontece na França, com o intuito de mostrar o que há de mais criativo e inovador nesse planeta. O festival começou a ser elaborado no final de 1930, mas veio a ter sua primeira edição realmente em 1946, se tornando um dos mais tradicionais e respeitados até hoje. A premiação é formada por diversas categorias, como os melhores do cinema e as melhores campanhas publicitárias.</p>
<p>Como base de suporte inicial para essas criações está a Internet, que disponibiliza gradativamente espaços para as intervenções da publicidade. Com isso, clientes de grande porte vinculam seus ideais a agências e investem de maneira abundante em campanhas, que posteriormente se transformam em hot sites, depois viram peças (como banners e formatos), e interagem com outras mídias, como a TV e mídias offline (gráficas – revistas, folhetos, outdoors).</p>
<p>Algumas das campanhas mais conceituadas da Internet podem ser visualizadas no site <a href="http://www.bannerblog.com.au/"> BannerBlog</a>.</p>
<p>Um bom exemplo de interação foi a campanha da empresa Parmalat, que há mais 10 anos atrás investiu nos famosos &#8220;<a href="http://www.youtube.com/watch?v=LYAaCIY_FzE">Bichinhos da Parmalat</a>&#8220;, tendo uma imensa divulgação na TV e revistas. Essa campanha, responsável por tantas premiações,  foi <a href="http://www.youtube.com/watch?v=_wa0bpSdfPE">ressuscitada</a> durante o ano passado, já com os bichinhos crescidos.</p>
<p>As campanhas atuais precisam de além de ótima idéia, estar adequadas ao tempo e a determinados valores tecnológicos e contemporâneos. Assim, os designers que trabalham diretamente nesses projetos e campanhas muitas vezes por se adiantarem ao tempo prevendo novas soluções são considerados artistas de uma nova geração, que além de outros objetivos e ferramentas, trocaram à tela e pincel por monitor e mouse.</p>
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		<title>Cultura à vontade &#8211; Semana Ticket é Cultura</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Dec 2007 19:55:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Cavalcanti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre os dias 4 a 9 de dezembro, São Paulo apresentará uma semana que é dedicada totalmente ao acesso à cultura. Durante essa semana será apresentado aos paulistas museus e cinema de graça. O mais interessante é que o conteúdo (longa-metragens e curtas) será exibido em 24 pontos da periferia de toda a capital. Esses [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os dias 4 a 9 de dezembro, São Paulo apresentará uma semana que é dedicada totalmente ao acesso à cultura. Durante essa semana será apresentado aos paulistas museus e cinema de graça.</p>
<p>O mais interessante é que o conteúdo (longa-metragens e curtas) será exibido em 24 pontos da periferia de toda a capital. Esses pontos incluem diversos centros culturais, escolas municipais, associações comunitárias, Pinacoteca e Estação Pinacoteca.</p>
<p>Na Pinacoteca serão exibidas as seguintes exposições: &#8220;Odetto Guersoni&#8221;, &#8220;Uma Visão Geral&#8221;, &#8220;Em Trânsito&#8221; e &#8220;O Olhar do Colecionador&#8221;, divididas em gravuras e obras.</p>
<p>Além disso, artistas consagrados também marcam presença na Pinacoteca, como Cândido Portinari, Victor Brechret, Tarsila do Amaral e Di Cavalcanti, além de outros.</p>
<p>A exposição desses trabalhos de forma gratuita auxilia principalmente na construção e formação de idéias para diversos designers e artistas que não conhecem essas obras e referências mundiais, seja lá no cinema ou na arte.</p>
<p>A base para a idéia dessa ação foi constituída devido a uma pesquisa do Ministério da Cultura, que apurou que 92% dos brasileiros nunca freqüentaram sequer uma vez algum museu, e apenas 13% freqüentam  o cinema uma vez durante o ano.</p>
<p>Acontece de 04 a 09 de dezembro.<br />
Maiores Informações: www.ticket.com.br/cultura</p>
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		<title>A interferência da música</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Nov 2007 16:32:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Cavalcanti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas]]></category>

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		<description><![CDATA[É muito provável que grande parte da humanidade gosta de trabalhar ou executar uma determinada tarefa ouvindo música, seja lá em alto som ou até mesmo, de uma forma mais reservada, como o fone de ouvido. Levando esse assunto para a área de design, percebo diversos comportamentos: pessoas que só conseguem trabalhar se tiverem uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É muito provável que grande parte da humanidade gosta de trabalhar ou executar uma determinada tarefa ouvindo música, seja lá em alto som ou até mesmo, de uma forma mais reservada, como o fone de ouvido.</p>
<p>Levando esse assunto para a área de design, percebo diversos comportamentos: pessoas que só conseguem trabalhar se tiverem uma música acompanhando, ou até mesmo outras que se desconcentram e não conseguem criar absolutamente nada com a presença de algum tipo de áudio.</p>
<p>Em um determinado ambiente, a música pode interferir diretamente na ação e na construção de algo. Isso se torna claro quando conhecemos alguns tipos de trabalhos, principalmente quando são alternativos e experimentais. Podemos reparar nesses tipos de trabalho como a música formata a idéia inicial do designer, muitas vezes devido a uma parte da letra ou ritmo utilizado. Nesses trabalhos, não vemos necessariamente se a influência musical foi criada devido ao Rock ou Reggae, ou qualquer outro estilo, mas podemos sim observar movimento.</p>
<p>Não que todas as pessoas que gostam do mesmo ritmo vão criar trabalhos iguais, que utilizam as mesmas cores e formas. Provavelmente a maior semelhança entre essas pessoas seja o caminho percorrido para a conclusão de um trabalho. A busca de estilos musicais alternativos pode proporcionar novas construções pessoais ao designer, criando assim um estilo independente e variável, afinal, a música sofre mudanças diariamente.</p>
<p>Já a busca por estilos musicais antigos pode forçar em certo momento, uma maneira diferente de interpretar o que está sendo criado.</p>
<p>A necessidade da criação e da busca do novo é fator comum entre design e música, tornando assim paralelo para tantos como fonte de inspiração, e desprezado por poucos devido a desconcentração de um processo de criação.</p>
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		<title>Tempo: problema ou solução?</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Nov 2007 16:38:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Cavalcanti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conceitos]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde pequenos ouvimos vários ditados, entre eles, um que podemos usar hoje facilmente: “a pressa é a inimiga da perfeição”. Percebo atualmente que o prazo acabou se tornando um dos fatores de diferenciação para a criação e produção de um trabalho bem feito. E isso é refletido em tudo que fazemos, seja lá dentro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde pequenos ouvimos vários ditados, entre eles, um que podemos usar hoje facilmente: “a pressa é a inimiga da perfeição”. Percebo atualmente que o prazo acabou se tornando um dos fatores de diferenciação para a criação e produção de um trabalho bem feito.</p>
<p>E isso é refletido em tudo que fazemos, seja lá dentro de uma agência com um cliente que fica de cinco em cinco minutos ligando para saber se está finalizado, o atendimento que fez uma proposta com uma pequena quantidade de horas para trabalhar no projeto, um cliente free lance que manda e-mails desesperados pedindo milhares de alterações em uma hora, ou até mesmo trabalhos de faculdade que geralmente são feitos no último dia, sendo que o professor passou as especificações duas semanas atrás.</p>
<p>Por que fazemos tudo isso e lutamos intensamente contra o tempo? Porque não damos conta de administrá-lo e muitas vezes definimos as prioridades de maneira errada.</p>
<p>Porém, o designer que souber utilizar o tempo como aliado e não como problema, com certeza vai se adaptar facilmente a todas as dificuldades. Será mais fácil conversar com o cliente e mostrar que com um pouco mais de tempo, será possível buscar algo mais planejado, anulando assim o re-trabalho. Tudo ficará até certo ponto um pouco mais fácil, pois as alterações serão pequenas.<br />
Com isso, teremos mais liberdade e tranqüilidade para a criação de novos propósitos, novos trabalhos, e quem sabe um dia, tempo para viver uma vida normal.</p>
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		<title>Espírito de equipe</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Nov 2007 17:18:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Cavalcanti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[Torna-se cada vez mais notável a importância da equipe na criação de um projeto bem sucedido, inclusive na área de design, principalmente porque durante todo esse processo, todos irão (na maioria das vezes) participar e contribuir com um pouco de si. A palavra equipe é encarada de diversas formas, variando de pessoa para pessoa, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Torna-se cada vez mais notável a importância da equipe na criação de um projeto bem sucedido, inclusive na área de design,  principalmente porque durante todo esse processo, todos irão (na maioria das vezes) participar e contribuir com um pouco de si.</p>
<p>A palavra equipe é encarada de diversas formas, variando de pessoa para pessoa, e no Design não é diferente. Essa equipe pode ser formada por uma grande quantidade de pessoas, como acontece na maioria das agências, aonde muitas delas, irão na verdade fazer o mesmo tipo de trabalho, como numa enorme linha de produção. Isso ocorre geralmente com agências que criam peças e campanhas para varejo, ou dentro do próprio cliente, como Submarino, Americanas e Shop Time.</p>
<p>Nesses casos, a arte inicial é feita dentro do cliente e depois é mandada para a agência para produção. Assim, as chances de re-trabalho e distorção da idéia diminuem bastante.</p>
<p>De outro lado, temos outras agências que possuem equipes bem menores, muitas vezes sendo representadas por 4 ou 5 pessoas no máximo, onde não é necessária a presença dos famosos &#8220;carregadores de piano&#8221; (apelido utilizado em funções que estão focadas principalmente na produção de peças). Como o forte dessas agências é a criação, a equipe pode ser facilmente montada por um diretor de criação, dois diretores de arte e um assistente, em que o assistente muitas vezes nem fará a parte de produção, já que essa arte será levada para uma outra agência que realizará esse trabalho.</p>
<p>De qualquer forma, independente da quantidade ou qualidade da equipe, é interessante ressaltar que um bom trabalho só será realmente concretizado com o máximo esforço de todos os integrantes, desde um briefing bem feito pelo atendimento, até uma boa apresentação do trabalho para o cliente.</p>
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		<title>De ambiente em ambiente</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 16:49:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Cavalcanti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas vezes, o cotidiano e ambiente de uma agência de Design se torna cansativo, não devido à área em si, e sim por algumas coisas que acontecem dentro da própria agência, como re-trabalho, clientes chatos, entre outros. Isso faz com que o designer procure novos caminhos, sejam eles dentro da própria agência, ou até mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas vezes, o cotidiano e ambiente de uma agência de Design se torna cansativo, não devido à área em si, e sim por algumas coisas que acontecem dentro da própria agência, como re-trabalho, clientes chatos, entre outros.</p>
<p>Isso faz com que o designer procure novos caminhos, sejam eles dentro da própria agência, ou até mesmo fora. Se a mudança for interna, provavelmente acontecerá com a abertura de novas funções, novos trabalhos e clientes, ou até mesmo de cargo. Porém, se essa mudança acontecer de forma externa, com uma possível troca de empresa, deve ser feita com certo cuidado.</p>
<p>O ideal é buscar a mudança de acordo com o atual momento.</p>
<p>Muitos fazem isso de maneira desesperada, saem às pressas para trocar de agência, e acabam chegando a uma felicidade momentânea. Isso acontece também com aqueles que estão desempregados.</p>
<p>A busca por essa mudança deve ser feita com calma, em um momento tranqüilo pessoal. Primeiro porque a entrevista irá acontecer de uma maneira natural, e o portfolio poderá ser repensado e melhor ajustado.</p>
<p>Se preparar para essa situação é a primeira escolha para realizar um &#8220;bom&#8221; novo passo, principalmente se a agência escolhida for muito maior do que a que você trabalha atualmente. Nesse caso o entrevistador (geralmente o Diretor de Criação) vai cobrar muito mais do que trabalhos sofisticados no seu portfolio, ele vai querer idéias, soluções e sacadas.</p>
<p>Esses são os requisitos básicos para entrar em uma agência de grande porte, tornando assim a criatividade uma das maiores aliadas rumo a tão desejada vaga.</p>
<p>Para aqueles que estão começando, sugiro que pensem que todas as agências terão trabalhos cansativos, independente da qualidade dela, basta cumprir de forma fiel o que foi proposto.</p>
<p>Assim, provavelmente sobrará tempo para acrescentar um &#8220;algo a mais&#8221; nesse projeto, um dos fatores que serão levados em conta na busca desse sucesso.</p>
<p>Esse &#8220;algo a mais&#8221; vai ser aplicado através de idéias, de sugestões, que muitas vezes não serão aceitas pelo cliente, porém vão mostrar sua criatividade, e também pode ser muito bem aplicada no próprio portfólio.</p>
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		<title>Naturalidade: Criação ou Produção?</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Oct 2007 19:40:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Cavalcanti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conceitos]]></category>
		<category><![CDATA[Criação]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje conversaremos sobre um processo que divide de forma direta a profissão de design: a criação e a produção. As duas palavras soam de maneira agradável aos ouvidos de muitas pessoas, porém, são compreendidas somente quando executadas pelas mesmas. Esse acaba se tornando o grande problema. Saber chegar a um desses pontos será fundamental para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje conversaremos sobre um processo que divide de forma direta a profissão de design: a criação e a produção. As duas palavras soam de maneira agradável aos ouvidos de muitas pessoas, porém, são compreendidas somente quando executadas pelas mesmas. Esse acaba se tornando o grande problema.</p>
<p>Saber chegar a um desses pontos será fundamental para a realização de alguns projetos, e até mesmo da carreira. Afinal, todos aqueles que estudam para se tornarem bons designers, se deparam com a seguinte situação: estudar conceito ou ferramenta?</p>
<p>Essa com certeza vai ser uma das respostas que vai indicar qual lado seguir. Quase todos os cursos de todas as faculdades direcionadas a Design (independente da área), irão mostrar os dois lados, com aulas teóricas e outras práticas.</p>
<p>Exemplo:<br />
O que seria mais interessante? Estudar e conhecer as características da Semiótica (exemplo de matéria que envolve conceito) ou se empenhar e desbravar efeitos e animações de um software como After Effects?</p>
<p>Essa provavelmente vai ser a questão que vai definir o tipo de vaga a ser ocupada no mercado. De um lado temos diretores de arte e criação, cheio de idéias e conceitos que resolvem qualquer tipo de problema do cliente, porém, não sabem muitas vezes nem abrir um software. Do outro lado temos os famosos &#8220;ferramenteiros&#8221;, profissionais que fazem até chover se precisar, pois dominam os softwares de uma maneira absurda, são capazes de qualquer coisa, resolvem qualquer problema, desde que não sejam responsáveis por criar nada.</p>
<p>Esse ambiente se torna cada dia mais normal, independente da agência, do job ou até mesmo do cliente.</p>
<p><strong>Solução:</strong> saber escolher que lado seguir.</p>
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		<title>Para que usamos o design mesmo?</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Oct 2007 18:52:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Cavalcanti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conceitos]]></category>
		<category><![CDATA[Criação]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas vezes assumimos algumas dúvidas sobre Design que podem ser facilmente resolvidas. Geralmente, a primeira questão de todos é: Para que usamos o Design? Simples, para o que precisarmos. Temos um mercado repleto de várias empresas, de segmentos distintos. Onde nos encaixamos? Somos responsáveis por trazer novas soluções para os problemas visuais delas, seguindo suas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas vezes assumimos algumas dúvidas sobre Design que podem ser facilmente resolvidas. Geralmente, a primeira questão de todos é:</p>
<p><strong>Para que usamos o Design?</strong></p>
<p>Simples, para o que precisarmos. Temos um mercado repleto de várias empresas, de segmentos distintos.</p>
<p><strong>Onde nos encaixamos? </strong></p>
<p>Somos responsáveis por trazer novas soluções para os problemas visuais delas, seguindo suas próprias leis, independente da cultura ou estilo.</p>
<p>É claro que muitas pessoas se iludem com isso e se hipnotizam com vinhetas e propagandas mostradas pelas mídias, criando assim uma área repleta de profissionais diferentes. Somente os mais habilidosos e preparados vão se adaptar a toda essa competitividade. Porém, é possível notar no mercado uma imensa quantidade de empresas que só precisavam de um “empurrãozinho visual” para chegarem a um ponto de sucesso. Muitas delas possuem um conteúdo formidável, só que não conseguem demonstrar isso para a sociedade de maneira correta.</p>
<p>Esses problemas continuam acontecendo devido a um abismo criado nessa área, não definindo necessariamente um “bom” design de um “mau” design, e sim, pela real diferença de mercado. Somos capazes de encontrar desde empresas totalmente bagunçadas e desorganizadas, até modelos de planejamento e estrutura que podem ser usadas como modelo até mesmo em outros países, sem falar nos famosos “trabalhos do sobrinho”.</p>
<p>O que não podemos esperar é que o resultado seja o mesmo. Que o desfecho dessa história seja o mesmo tanto para um, quanto para outro. Isso seria um total equivoco.</p>
<p>Mas ai acabamos voltando na primeira questão. Para que usamos o design mesmo?</p>
<p>Não estamos aqui para resolver os problemas dos clientes? O que realmente buscamos?</p>
<p>Um projeto apresenta alguma falha e simplesmente deixamos de lado, finalizamos de qualquer jeito e procuramos qual será o próximo que poderemos colocar no portfólio. A nossa função é resolver, e procurar a melhor forma de utilizar todas as ferramentas disponíveis, para tentar a cada dia solucionar e diminuir as tantas questões que envolvem o design.</p>
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		<title>Processo de Criação</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Oct 2007 17:37:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Cavalcanti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conceitos]]></category>
		<category><![CDATA[Referências]]></category>

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		<description><![CDATA[Salve salve rapaziada! Meu nome é Rafael Cavalcanti e fico lisonjeado em poder contribuir com o Design Coletivo. Como? Com muita criatividade, idéias, sugestões e com uma equipe formada por pessoas que estão transpirando design, e que vão usar o blog como válvula de escape&#8230; Minha missão de hoje é falar sobre um pouco sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Salve salve rapaziada! Meu nome é Rafael Cavalcanti e fico lisonjeado em poder contribuir com o Design Coletivo. Como? Com muita criatividade, idéias, sugestões e com uma equipe formada por pessoas que estão transpirando design, e que vão usar o blog como válvula de escape&#8230;<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Minha missão de hoje é falar sobre um pouco sobre processo de criação, afinal, pessoas que estão começando a engrenar agora na área de Design, muitas vezes possuem dificuldades (fator comum nessa fase da profissão) e acabam criando um hábito de cópia.<span>  </span><o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">A melhor solução para esse tipo de problema é a referência. Com um bom plantel de informações e estilos, e com um bom empenho inicial, qualquer design, independente da fase ou momento, consegue criar algo criativo, com um design pessoal, e além de tudo, “honesto”.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Para começar, o ideal é escolher o que mais te chama atenção no Design, como por exemplo, trabalhos tipográficos, experimentais, enfim, algo que vai servir como base.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Depois, é necessário escolher pessoas que se tornaram referência com esse estilo desejado, para conhecer mais sobre o tema, e principalmente, para consolidar uma referência visual. Assim, o designer irá ter uma linha para seguir, e conseguirá assumir os próximos projetos com seus próprios conceitos.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--><o:p></o:p></span></p>
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