Recentemente a Apple voltou a “fazer barulho” graças a mais uma de suas belas criações, desta vez o destaque vai para o MacBook Air, definido pelo fundador da empresa, Steve Jobs, como o notebook mais fino do mundo.
Curiosamente quando buscava informações sobre o assunto, fui direcionado à uma matéria da Info Online de 1998, que carregava esse mesmo título e abordava o lançamento do PowerBook G3, equipamento que na época trazia, o então novo logotipo da Apple, a maça branca, que ficava na parte superior da máquina e é claro, um belo e inovador design, característica de todos os produtos da Apple e que continua sendo um dos principais fatores de fascínio em relação aos seus lançamentos.
Voltando ao Air, a notícia já não é mais novidade para ninguém, mas o que me chamou mesmo a atenção, foi a falta de um drive de CD/DVD no aparelho, fica claro que trata-se de uma aposta estratégica, primeiro para estimular o desenvolvimento das tecnologias sem fio e depois, mas não menos óbvio, para estimular (lê-se forçar) a compra destes equipamentos, claro que uma decisão como essa tem excelentes indicadores como base, mas não entraremos nesta questão no post.
O que chama a atenção mais uma vez e fica um pouco por trás das novidades tecnológicas é a maneira como a Apple consegue usar o design, todas as suas apostas tem como arma, a sedução visual do design, diga-se de passagem muito bem aplicado, a ponto de tornar (quase) imperceptíveis e automaticamente justificadas, algumas quebras de paradigmas como por exemplo a falta de um drive de CD/DVD, no caso citado do MacBook Air ou o tamanho do IPhone que vai na contramão de todos os dispositivos do gênero, abrindo mão da obrigatoriedade de se desenvolver equipamentos cada vez menores e mais funcionais.

Ainda sobre o IPhone, vale frisar que a maioria dos serviços apresentados e até mesmo as tecnologias utilizadas, não eram nenhuma novidade e já estavam disponíveis em outros dispositivos, o que no entanto ajudou a causar hype, foi a forma como foi apresentado esse conjunto de aplicações, resgatando a palavra convergência e seu significado, tudo amarrado por uma belíssima apresentação visual.

Que a Apple entende muito de design ninguém duvida e certamente a empresa é uma das respostas renováveis para a pergunta do título desta postagem.
Mais
+ Info Online - Design é tudo?
+ Folha Online – Apple revela MacBook Air
+ Apple – MacBook Air
+ Design de (in)utilidades
Publicado em: Conceitos, Design de Produto, Tecnologia, Segunda-feira, 11th Fevereiro, 2008 às 9:13 am
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O que são feeds RSS?
Fevereiro 12th, 2008 às 10:03 am
Simplicidade, nada mais!
Fevereiro 14th, 2008 às 5:33 pm
Design não é tudo. Se a performance do equipamento não for boa, não tem design que o salve do fracasso. O que a Apple faz é combinar design com boa performance, mesmo quando - igual nesse caso - deixa fora um importante item. No caso específico do ‘Air’, a empresa apostou no visual futurista, que certamente faz o possuidor da máquina sentir-se talvez como alguém 1 século a frente. Contudo, se o desempenho tem que acompanhar essa mesma tendência, ou o sonho do consumidor se desmanchará muito rapidamente, refletindo-se nas vendas futuras.
Novembro 14th, 2008 às 10:44 am
Design não é só o visual/estética, design é qualidade, conteúdo e também um visual bonito e moderno. Então Design é tudo sim!