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	<title>Comentários sobre: Legislação X Criatividade</title>
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	<description>O Design Coletivo é formado por 8 designers, interessados em criação de conteúdo relevante sobre design e seu reflexo no mercado, além do estímulo do debate nos assuntos referentes à area.</description>
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		<title>Por: Marcelo Rodrigues</title>
		<link>http://www.designcoletivo.com/conceitos/legislacao-x-criatividade/comment-page-1/#comment-4224</link>
		<dc:creator>Marcelo Rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 19:15:54 +0000</pubDate>
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		<description>Essa lei é na verdade uma palhaçada sem tamanho, imagina esse caipira que se diz prefeito em Tókio? Acho que a verdadeira &quot;lei da cidade limpa&quot; deveria ser ao invés de limpar as ruas de outdoors e coisas do tipo, ele realmente deveria se preocupar com o lixo e sujeira das vias públicas e bairros de periferia que muitas vezes são esquecidos acumulando em calçadas verdadeiras pilhas de lixo, é muito fácil impor multas e lucrar com isso, acho que a verdadeira preocupação desse prefeito de &quot;fachada&quot;   é arrecadar dinheiro com multas. A virada cultural desse ano foi um grande exemplo de incompetência, a quantidade de lixo acumulado nas ruas e a falta de condições de uso daquelas latas de lixo verde que eles afirmavam ser banheiros é a prova disso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Essa lei é na verdade uma palhaçada sem tamanho, imagina esse caipira que se diz prefeito em Tókio? Acho que a verdadeira &#8220;lei da cidade limpa&#8221; deveria ser ao invés de limpar as ruas de outdoors e coisas do tipo, ele realmente deveria se preocupar com o lixo e sujeira das vias públicas e bairros de periferia que muitas vezes são esquecidos acumulando em calçadas verdadeiras pilhas de lixo, é muito fácil impor multas e lucrar com isso, acho que a verdadeira preocupação desse prefeito de &#8220;fachada&#8221;   é arrecadar dinheiro com multas. A virada cultural desse ano foi um grande exemplo de incompetência, a quantidade de lixo acumulado nas ruas e a falta de condições de uso daquelas latas de lixo verde que eles afirmavam ser banheiros é a prova disso.</p>
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		<title>Por: Das ruas de sampa para as galerias do mundo &#124; Design Coletivo</title>
		<link>http://www.designcoletivo.com/conceitos/legislacao-x-criatividade/comment-page-1/#comment-394</link>
		<dc:creator>Das ruas de sampa para as galerias do mundo &#124; Design Coletivo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jan 2008 15:11:25 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Legislação X Criatividade [...]</description>
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		<title>Por: Camilo Oliveira</title>
		<link>http://www.designcoletivo.com/conceitos/legislacao-x-criatividade/comment-page-1/#comment-357</link>
		<dc:creator>Camilo Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jan 2008 23:09:32 +0000</pubDate>
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		<description>Com relação à mídia externa é difícil saber antes da definição da licitação, o que vale é a exploração da criatividade e dos espaços por uma nova visão, como na genial ação da 1ª foto do post. Vai ficar algo caro, pois será mais restrito a anunciantes que tiverem verbas maiores para investir. Por um lado as criações serão mais belas, por outro pouca gente terá acesso. Sou a favor de uma atitude que permita aos pequenos anunciantes terem acesso a esses espaços. Ações virais e de guerrilha devem ser cada vez mais exploradas, por quem entende, e estudadas e consideradas, por outros profissionais e agências de publicidade no sentido de driblar as restrições.

Em mídias indoor, como no metrô e nos ônibus, é claramente perceptível que ainda está se usando o modelo da televisão misturado com alguma coisa de internet, ver pegadinhas sem áudio e imagens passando pela tela não é algo agradável. Da mesma forma que aconteceu com a internet, que depois de mais ou menos 10 anos de internet comercial (considerando o período de 1994 até 2004), quem trabalha (e vai trabalhar) com esse tipo de mídia tende a entendê-la melhor com o tempo até se aproximar do funcionamento para que foi pensado. Como superar a dificuldade da inexistência do áudio (que pode ser superada com o estudo da inteligência do cinema mudo), como chamar a atenção das pessoas que passam por aqueles locais, que não necessariamente têm interesse de ver o que está passando nas telas. Acho que criar conteúdo (e não só publicidade) para esse público vai ser bem importante.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Com relação à mídia externa é difícil saber antes da definição da licitação, o que vale é a exploração da criatividade e dos espaços por uma nova visão, como na genial ação da 1ª foto do post. Vai ficar algo caro, pois será mais restrito a anunciantes que tiverem verbas maiores para investir. Por um lado as criações serão mais belas, por outro pouca gente terá acesso. Sou a favor de uma atitude que permita aos pequenos anunciantes terem acesso a esses espaços. Ações virais e de guerrilha devem ser cada vez mais exploradas, por quem entende, e estudadas e consideradas, por outros profissionais e agências de publicidade no sentido de driblar as restrições.</p>
<p>Em mídias indoor, como no metrô e nos ônibus, é claramente perceptível que ainda está se usando o modelo da televisão misturado com alguma coisa de internet, ver pegadinhas sem áudio e imagens passando pela tela não é algo agradável. Da mesma forma que aconteceu com a internet, que depois de mais ou menos 10 anos de internet comercial (considerando o período de 1994 até 2004), quem trabalha (e vai trabalhar) com esse tipo de mídia tende a entendê-la melhor com o tempo até se aproximar do funcionamento para que foi pensado. Como superar a dificuldade da inexistência do áudio (que pode ser superada com o estudo da inteligência do cinema mudo), como chamar a atenção das pessoas que passam por aqueles locais, que não necessariamente têm interesse de ver o que está passando nas telas. Acho que criar conteúdo (e não só publicidade) para esse público vai ser bem importante.</p>
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