Pular navegação e ir direto para o conteúdo

Pular navegação e ir direto para as categorias

Pular navegação e ir direto para a lista de colunistas

Pular navegação e ir direto a assinatura do Feed RSS

Aberta até 3 de Março de 2008 a exposição A Arte do Pixel, da artista Alessandra Busanelli, exibe 27 obras criadas com o uso do computador e que tiveram como inspiração, fotografias de diversos pontos turísticos mundiais.

London - British Museum

A artista é paulista de Jundiaí e graduada em Ciência da Computação e em Artes Plásticas. Para constituir as suas obras ela usa apenas boas fotografias e o conhecido programa Corel Draw.

Ela explica que para compor as suas obras, faz uso de boas fotografias dos locais que pretende reproduzir , desenha alguns dos seus contornos e formas interessantes no software e plota o resultado em diversos suportes como madeira, tecido, vidro entre outros.

Em algumas das suas composições percebe-se uma forte (e confessa) influência da POP ART de Andy Warhol e de Roy Lichtenstein, mas os críticos classificam as suas obras mais recentes como arte contemporânea.

Brooklin Bridge Moulin Rouge

“A Arte do Pixel”, de Alessandra Busanelli

Quando: até 3/3, de segunda a sexta, das 10h às 16
Onde: Espaço Cultural Banco Central do Brasil – Av. Paulista, 1804, São Paulo – SP. Tel.: (0/xx/11) 3491-6916
Quanto: Entrada franca



O Graffiti é realmente uma expressão artística que, mesmo com o passar do tempo, não se cansa de tomar novo fôlego.

Das ruas, seu habitat natural, foi gradativamente ganhando as galerias de arte de todo o mundo e ultimamente vem surgindo entre as mídias digitais como apresentado na instalação Graffiti Wall.

Desenvolvida pela Tangible Interaction, sob a batuta de Alex Beim, a interface foi desenvolvida para o Richmond Winter Festival, este é um festival cultural no Canadá.

Segundo seus criadores, o aparelho é uma interface multi-usuário e pode ser reproduzida em praticamente qualquer tamanho.

Estamos mesmo vivendo um surpreendente período de transição onde arte, design e tecnologia vêm cada vez mais se fundindo e se redefinindo.


Como quase todas as pessoas existentes no planeta Terra, passei durante toda a minha infância diversos momentos únicos e que infelizmente não puderam ser realmente relatados de acordo com o meu ponto de vista atual e futuro. Digo isso, pois durante esse período passei desde situações inusitadas e engraçadas a lembranças extremamente psicodélicas.

Infelizmente uma das coisas que mais me arrependo é de não ter conseguido de alguma forma trazer todas essas informações e imagens até os dias hoje, carregando tudo isso como uma enorme bagagem pessoal, agregando assim diversos valores na minha vida pessoal, no meu caráter e como designer também.

Resgatar esses momentos únicos seria dar razão para tudo que pensamos, ou muitas vezes, criações e influências de outras pessoas, com outros pontos de vista. Algo como seu aniversário de 5 anos, que ao invés da pessoa encarregada da gravação “do VHS” filmar pessoas bonitas e a mesa cheia de presentes, insiste em gravar você batendo em outras crianças, ou sempre mostra aquelas tias feias que vão à festa somente para comer.

Talvez por falta de iniciativa, mesmo quando recebi minha primeira câmera aos 12 anos, acabei adquirindo outras formas de captação e entendimento sobre o que me interessava, vivenciando cada fase que passei e reproduzindo esse contexto até os dias de hoje. Mas em relação a imagens e momentos que presenciei, tenho somente lembranças e reflexos.

Ao contrário de tudo isso, um dos maiores fotógrafos de todos os tempos utilizou diversos valores adquiridos durante a infância para formalizar suas idéias. Trata-se de Henri Cartier Bresson, um francês de 1908, que quando criança recebeu de seus pais uma câmera Box Brownie, despertando assim uma imensa obsessão por imagens. Suas fotos tiradas enquanto pequeno retratavam um mundo totalmente particular e visto de maneira pessoal, desde suas fotos com composições de crianças, até mesmo momento familiares.

 

Com o tempo suas técnicas foram evoluindo e seus trabalhos se tornaram reconhecidos na mesma proporção da sua obsessão, sendo sempre caracterizados pela forma singular de pensar e por características inicias de Surrealismo, fator que o acompanhava desde criança, reforçando assim a idéia de que alguns valores iniciais realmente são adquiridos nessa fase de experiência infantil.

browniebox-camera2.jpg

A câmera Brownie Box

img01.jpg img02.jpg img03.jpg

 

 

 


Recentemente a Apple voltou a “fazer barulho” graças a mais uma de suas belas criações, desta vez o destaque vai para o MacBook Air, definido pelo fundador da empresa, Steve Jobs, como o notebook mais fino do mundo.

PowerBook G3Curiosamente quando buscava informações sobre o assunto, fui direcionado à uma matéria da Info Online de 1998, que carregava esse mesmo título e abordava o lançamento do PowerBook G3, equipamento que na época trazia, o então novo logotipo da Apple, a maça branca, que ficava na parte superior da máquina e é claro, um belo e inovador design, característica de todos os produtos da Apple e que continua sendo um dos principais fatores de fascínio em relação aos seus lançamentos.

Voltando ao Air, a notícia já não é mais novidade para ninguém, mas o que me chamou mesmo a atenção, foi a falta de um drive de CD/DVD no aparelho, fica claro que trata-se de uma aposta estratégica, primeiro para estimular o desenvolvimento das tecnologias sem fio e depois, mas não menos óbvio, para estimular (lê-se forçar) a compra destes equipamentos, claro que uma decisão como essa tem excelentes indicadores como base, mas não entraremos nesta questão no post.

O que chama a atenção mais uma vez e fica um pouco por trás das novidades tecnológicas é a maneira como a Apple consegue usar o design, todas as suas apostas tem como arma, a sedução visual do design, diga-se de passagem muito bem aplicado, a ponto de tornar (quase) imperceptíveis e automaticamente justificadas, algumas quebras de paradigmas como por exemplo a falta de um drive de CD/DVD, no caso citado do MacBook Air ou o tamanho do IPhone que vai na contramão de todos os dispositivos do gênero, abrindo mão da obrigatoriedade de se desenvolver equipamentos cada vez menores e mais funcionais.

MacBook Air

Ainda sobre o IPhone, vale frisar que a maioria dos serviços apresentados e até mesmo as tecnologias utilizadas, não eram nenhuma novidade e já estavam disponíveis em outros dispositivos, o que no entanto ajudou a causar hype, foi a forma como foi apresentado esse conjunto de aplicações, resgatando a palavra convergência e seu significado, tudo amarrado por uma belíssima apresentação visual.

iPhone

Que a Apple entende muito de design ninguém duvida e certamente a empresa é uma das respostas renováveis para a pergunta do título desta postagem.

Mais
+ Info Online – Design é tudo?
+ Folha Online – Apple revela MacBook Air
+ Apple – MacBook Air
+ Design de (in)utilidades


Pensar com Tipos

Pensar com Tipos de Ellen Lupton é uma das mais recomendadas obras sobre tipografia em todo o mundo, tornando-se uma excelente referência em qualquer bom curso de tipografia e um guia básico para designers e estudantes.

“Este não é um livro sobre fontes. É um livro sobre como usá-las”, esclarece a autora logo no inicio do livro. Pensar com Tipos é dividido em três seções – LETRA, TEXTO e DIAGRAMA – tratando desde os tipos de metal até o computador, sendo os temas apresentados em didática simples e agradável.

O livro é cheio de exemplos práticos que acompanham o discurso teórico, que o deixam rico e bem estruturado. No início de cada capítulo é sempre apresentado um panorama histórico, em que a autora, em reflexivos ensaios discute a função e a tradição da tipografia e os rumos da comunicação visual contemporânea.

A capa do livro é um diferencial muito interressante, pois foi realizada em um ateliê lambe-lambe em São Paulo, sendo apresentada em quatro versões.

Outra ótima característica do livro é um capítulo de “dicas úteis”, onde podemos encontrar informações muito importantes para designers sobre a edição e revisão de textos, além de muitas dicas para construções de frases e uso de pontuação.

Ellen Lupton é uma das mais renomadas designers americanas, sendo autora de outras expressivas publicações como: Design Writing Research e Design Culture Now.

Mais:
Site oficial do livro


Desde que me preocupo em observar com mais atenção o comportamento das pessoas em relação a certos estímulos (neste caso perguntas), tenho percebido que as pessoas estão muito mais preocupadas em ter as respostas, do que ter as perguntas.

Na maioria das vezes, quando alguma pergunta nos é dirigida, começamos imediatamente uma busca mental, por uma resposta que faça sentido e mesmo quando não sabemos com certeza ou não conhecemos muito sobre o assunto, tentamos ser convincentes o bastante para impressionar positivamente e transparecer que entendemos do assunto, esquecendo que seremos cobrados por aquilo em uma outra oportunidade, já que sabemos.

Não percebemos, no entanto, que o fato de “inventarmos” essas respostas, nos rouba a oportunidade de aprendermos mais sobre o assunto em questão, tendo em vista que em muitas ocasiões a nossa resposta convincente, engana a nós mesmo (e acredite, só a nós).

Por mais que lutemos contra o fato, é impossível ter todas as respostas e, partindo desta premissa, perfeitamente aceitável que sejamos sinceros conosco e com aqueles que nos perguntam (independente de ser o nosso diretor de criação, pai ou aluno) e humildemente respondermos que não sabemos aquela resposta, porém deixando claro que podemos pesquisar e aprender sobre o assunto e responder na seqüência.

Tal resposta mostra uma atitude de respeito com quem dirige a pergunta, sem contar que o simples fato de reconhecer que não sabemos tudo, pode render uma aulinha extra e totalmente gratuita sobre o assunto.

Se você ainda acha que o tema não tem tanta importância, saiba que o mundo corporativo valoriza muito este tipo de comportamento (humildade, honestidade e força de vontade) e sempre está aberto a ajudar pessoas que demonstram essa abertura para novos conhecimentos.

Max Gehringer (colunista da CBN e apresentador do quadro Emprego de A a Z do Fantástico na Tv Globo), em uma de suas colunas na CBN, fez, a partir de uma simples pergunta sobre o clima, uma análise de diversas profissões baseado nas diferentes respostas apresentadas e o áudio tem apenas 2:40s e certamente vale a pena ouvir.


Página 10 de 24« Primeira...89101112...20...Última »

Sobre

O Design Coletivo é formado por 8 designers, interessados em criação de conteúdo relevante sobre design e seu reflexo no mercado, além do estímulo do debate nos assuntos referentes à area.

Leia a descrição completa

Destaques