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Hoje em dia as cidades estão cada vez mais informatizadas e é muito raro não nos depararmos com a tecnologia nos mais diversos ambientes, onde cada vez mais vemos surgir inovações mostrando para todos que a informatização veio e pra ficar. E com tantas inovações trazidas pela tecnologia, muitas pessoas têm de se adaptar.

Todos nós temos que saber pelo menos o básico nesta cultura de informatização, para adquirir uma colocação em certa área do mercado, e com isso, temos que viver sempre em processo de evolução para não pararmos no tempo, e ficar cada vez mais difícil se manter atualizado em meio a tantos tipos de veículos de mídia. Principalmente em mídia externa (faixas, placas, outdoors, etc…), que cada vez tem seu formato redefinido pela tecnologia ou pela legislação.

Com base na observação, percebemos que é cada vez mais difícil encontrar exposição tipografia artesanal (Tipos feitos à mão livre), principalmente em áreas nobres das cidades em que os ambientes são cada vez mais dominados pela tecnologia. Nas áreas nobres, há um predomínio do uso da tipografia digital, que cada vez mais caracteriza o espaço com suas formas modernas e inovadoras.

Um achado interessante em meio a essas inovações tecnológicas é o Projeto: Tipografia Artesanal Urbana que se inspira em uma coleta de tipografia artesanal encontrada nas “periferias” tendo como objetivo criar fontes digitais com características encontradas em sua coleta tipográfica, sendo esse tipo de trabalho uma forte influência para produção de tipografia digital.

Vemos que muitos procuram referências para o desenvolvimento de mídias modernas e com isso surgem coisas muito parecidas no mercado. Uma das melhores coisas que existem para os que trabalham com design é a realização de pesquisas com base em mídias antigas, como forma de escaparmos de tanta tecnologia direcionada a nossas mentes, condicionando nosso olhar apenas para o que é digital.

Procuremos nos manter antenados nas relações entre o antigo e o novo, há sempre um novo conceito a ser explorado.


Procurando por referências no uso de tipografia, para criação de um vídeo, para aula do professor Fábio Espíndola, encontrei este vídeo de um estudante de design da Nova Zelândia (País que pelo jeito, produz muita coisa legal no gênero, mas isto é assunto para um post futuro), onde ele faz uso de tipografia, de forma não muito convencional, como em outros vídeos, pois a forma artística que ele usa nos desenhos e na tipografia é bem interessante.

Outros vídeos bem citados no assunto, que talvez muitos já conheçam:

Marcellus Wallace (Diálogos do Filme Pulp Fiction)

Streetlight Manifesto (Clipe de música)

Are you gona be girl? (Clipe de música)

Who’s on First? Typography (Diálogo entre dois homens)

Typography (Explicativo rápido sobre tipografia)


 Cartazes de Pierre Mendell

A exposição “Pierre Mendell – Cartazes” traz a São Paulo o trabalho do artista gráfico alemão, com obras feitas principalmente para a Neue Sammlung, Museu de Artes Aplicadas e Design em Munique, e para o Teatro Nacional da Baviera. Os cartazes poderão ser vistos a partir do dia 14 de novembro na Caixa Cultural da Sé.

Um dos mais premiados e respeitados designers contemporâneos da Europa, Mendell é conhecido por seus cartazes para o Teatro Nacional da Baviera, que levaram o tema da ópera para as ruas e para um público mais jovem, e do museu Neue Sammlung, de cuja identidade visual o artista cuidou por 25 anos.

Em Munique, onde os cartazes culturais fazem parte da paisagem, suas obras estão nas ruas, transformam a cidade numa galeria a céu aberto e são reconhecidas pela população.

O artista é conhecido pela simplicidade com que trata os temas complexos de seus cartazes, como explica o diretor da Neue Sammlung, Florian Hufnagl. “Pierre Mendell está convencido de que, dado o fluxo de imagens que atravessam nosso mundo a cada dia, uma formulação simples e direta funciona melhor para passar uma mensagem.”

Para Pierre Mendell “Um bom cartaz deve ser rapidamente visto, rapidamente compreendido e estimular a reflexão.”

Razões para conferir a exposição:

Criador de cartazes inesquecíveis, Pierre Mendell tem uma maneira singular e encantadora de abordar, em suas obras, o cotidiano, as questões sociais e até mesmo o trabalho de outros profissionais.

Neste importante momento em que o paulistano discute a comunicação visual na cidade em função da Lei Cidade Limpa, a chegada a São Paulo desta exposição vem contribuir para as considerações acerca do uso da criatividade para o estabelecimento da comunicação visual de forma inteligente, não só atingindo a visão, mas também o imaginário do espectador.

Exposição “PIERRE MENDELL – CARTAZES”
Curadora: Bebel Abreu

Visitação: de 14 de novembro/07 a 13 de janeiro/08
Horário: de terça a domingo, das 9h às 21h
Local: CAIXA Cultural da Sé – Galeria Neuter Michelon
Endereço: Praça da Sé, 111 – a 100m da Estação Sé do metrô
Entrada Franca

Informações:
(11) 3321-4400 e www.caixacultural.com.br
Site oficial: www.pierremendell.com.br


Muitas vezes, o cotidiano e ambiente de uma agência de Design se torna cansativo, não devido à área em si, e sim por algumas coisas que acontecem dentro da própria agência, como re-trabalho, clientes chatos, entre outros.

Isso faz com que o designer procure novos caminhos, sejam eles dentro da própria agência, ou até mesmo fora. Se a mudança for interna, provavelmente acontecerá com a abertura de novas funções, novos trabalhos e clientes, ou até mesmo de cargo. Porém, se essa mudança acontecer de forma externa, com uma possível troca de empresa, deve ser feita com certo cuidado.

O ideal é buscar a mudança de acordo com o atual momento.

Muitos fazem isso de maneira desesperada, saem às pressas para trocar de agência, e acabam chegando a uma felicidade momentânea. Isso acontece também com aqueles que estão desempregados.

A busca por essa mudança deve ser feita com calma, em um momento tranqüilo pessoal. Primeiro porque a entrevista irá acontecer de uma maneira natural, e o portfolio poderá ser repensado e melhor ajustado.

Se preparar para essa situação é a primeira escolha para realizar um “bom” novo passo, principalmente se a agência escolhida for muito maior do que a que você trabalha atualmente. Nesse caso o entrevistador (geralmente o Diretor de Criação) vai cobrar muito mais do que trabalhos sofisticados no seu portfolio, ele vai querer idéias, soluções e sacadas.

Esses são os requisitos básicos para entrar em uma agência de grande porte, tornando assim a criatividade uma das maiores aliadas rumo a tão desejada vaga.

Para aqueles que estão começando, sugiro que pensem que todas as agências terão trabalhos cansativos, independente da qualidade dela, basta cumprir de forma fiel o que foi proposto.

Assim, provavelmente sobrará tempo para acrescentar um “algo a mais” nesse projeto, um dos fatores que serão levados em conta na busca desse sucesso.

Esse “algo a mais” vai ser aplicado através de idéias, de sugestões, que muitas vezes não serão aceitas pelo cliente, porém vão mostrar sua criatividade, e também pode ser muito bem aplicada no próprio portfólio.


No início, antes do aprendizado dos conceitos e técnicas de design, a maioria dos layouts produzidos não passam de um aglomerado de informações desordenadas que não mantém uma relação visual consistente e muito menos passam qualquer mensagem de forma clara e concisa já que o nível de ruído encontrado na maioria dos trabalhos amadores é grande.

Depois de algum tempo e muita prática através de experimentações, adquire-se uma bagagem que permite começar a perceber toda a problemática envolvida no desenvolvimento de um simples layout. As preocupações são muitas: para quem se destina, qual a linguagem utilizar, que informações dar ênfase, como manter a unidade visual, o que pretende-se comunicar, em resumo, qual é o objetivo em produzir aquela comunicação? Aí está talvez a maior pergunta…

Após ter em poder as respostas para as perguntas acima, que em partes será dada através de um briefing, inicia-se a parte mais complicada que é planejar visualmente o conteúdo de forma que satisfaça todas as questões, e é exatamente nessa hora que entra algo que é o tema deste post, o “vazio”. É isso mesmo, o “nada”.

Um dos maiores problemas encontrados no planejamento visual de uma peça é exatamente a necessidade primitiva de ter de se preencher todos os espaços com alguma coisa, sendo que o próprio vazio funciona não só como parte do todo, como também sendo o próprio conteúdo. Saber explorar os vazios do layout é uma técnica que com o tempo acostuma-se, e por incrível que pareça, tais layouts que o aproveitam, costumam ser os mais sofisticados. O uso do minimalismo nos layouts está paralelamente ligado ao bom uso dos espaços, sendo que o minimalismo hoje em dia é quase que sinônimo de sofisticação.

Não é raro vacilarmos e nos pegarmos questionando: Será que já está bom? Acho que sim! Ou não? Ah não, eu preciso colocar algo ali, está muito “vazio”… Provavelmente seu trabalho, nesta hora, já esteja muito bom, é lógico que ressalvo algumas situações que a proposta seja outra.

Aprendermos a ter o feeling para reconhecer a consistência de um layout, e não nos deixar vacilar pela inquietude, talvez seja uma das maiores dificuldades que sempre teremos de enfrentar.

Relacionados:
Se sente Designer hoje?

Mais informações:
http://www.alistapart.com/articles/whitespace

http://ramonpage.com/2006/12/16/melhorando-a-legibilidade-com-espaco-e m-branco/
http://www.ideiadigital.ppg.br/blog/design-menos-e-mais


De onde vêm as inspirações que remetem as idéias inovadoras, aquelas idéias simples mas que ninguém tinha pensado ainda?Com certeza todos nós já tentamos descobrir a fonte da criatividade, mas será que ela realmente existe? Por não ter encontrado esta fonte ainda, prefiro abordar o tema falando do outro lado da questão, aquela que mata a nossa capacidade de criar.

Desde pequenos somos acostumados e regrados pelos “nãos”, não podemos fazer isso, não devemos fazer aquilo, não admitimos falhas entre muitas outras, o que nem sempre paramos para pensar é que esses “nãos” que vamos ouvindo ao longo de nossas vidas se tornam crenças, verdades absolutas para o nosso cérebro e limitam muito a nossa capacidade de criar e de se adaptar a novos cenários, contribuindo para que mantenhamos o discurso do comodismo e a resistência as mudanças.

Acontece que as coisas mudam constantemente (e em uma velocidade cada vez maior) e qual o nosso comportamento diante disso? Na maioria das vezes nossa primeira reação é aversão a mudança, nem ao menos questionamos se ela será positiva ou não, simplesmente lutamos e gastamos nossas energias para manter tudo como está, permanecer na zona de conforto a qual estamos acostumados. Não é assim com você também?

Na maioria das vezes só começamos a aceitar a mudança quando percebemos que não temos escolha, que não tem mais volta e nunca é fácil, nosso pensamento fica tomado pelas incertezas e o medo de algo piorar ou fugir do controle é uma constante.

No entanto, todos nós somos criativos, o que nos difere é a profundidade com a qual questionamos essas nossas (falsas) crenças, quanto mais confrontamos esses medos, mais percebemos nosso verdadeiro potencial escondido.

A boa notícia é que a criatividade pode ser aprimorada com a prática, então é você quem decide ser criativo ou não daqui para a frente, como? Um bom começo é questionar as suas próprias crenças, inclusive aquela que diz que você não é criativo, chegue a raiz desses pensamentos-bloqueio e descobrirá que se tratam de inverdades. Use isso a seu favor para criar pensamentos positivos no lugar, pare de trabalhar no piloto automático, observe mais as coisas a sua volta, leia material diferente do qual está acostumado a ler no cotidiano, abra o pensamento para coisas novas, faça caminhos diferentes para chegar no seu trabalho nem que seja caminhar pelo outro lado da rua, comece a pensar (sem pré-julgar nenhuma idéia) em novas maneiras de fazer as coisas que está habituado a fazer e acima de tudo, questione-se.

Nós nascemos criativos, o problema é que ao longo de nossas vidas limitamos essa nossa capacidade e passamos a apreciar mais o senso comum, cabe a você mudar isso.

Para saber mais:
O que é criatividade
Criatividade e seus pontos de vista

Você é criativo?
Criatividade: 10+10 dicas - de Luli Radfahrer


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