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Design é inegavelmente uma palavra em evidência, por dezenas de motivos diferentes. Uma coisa que anda me incomodando é como as fabricantes de carro (e suas agências) estão tratando o assunto.

Todo mundo já conhece o jogo: Chega o final do ano e novos modelos de veículos são lançados. Quando as mudanças são sutis, geralmente a ênfase da divulgação vai mais o lado mecânico, melhoras de performance e etc. Quando a cara do carro tem uma mudança significativa, nossa palavra querida aparece de montão.

(no meu último post eu falo um pouco sobre essa evolução dos veículos ao longo do tempo – entre outras coisas)

Como já estamos em 2012, tem carro novo pra todo lado. E andam tratando design pra vender só a forma, consequentemente fazendo a população ter uma concepção errada do que a palavra representa, como acontece com o termo ‘marketing‘.

O maior exemplo do que venho falando é o Kia Soul, que se vende como “carro-design”.

Talvez o fato de eu achar esse carro horroroso contribua pra minha implicância com ele, fico um pouco ofendido de ver um carro feio desse levando a alcunha design. Veja o comercial.

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Postei essa imagem no twitter há uns meses e comentei sobre a permanência do visual da série E nos carros da Mercedes ao longo dos anos. Os replies que recebi comentavam da falta de inovação nos carros por parte da Mercedes e que a BMW tinha sido mais ousada nesse sentido. Não levei a discussão muito pra frente porque meu ponto não era comparar tecnologia, mas sim a aparência dos carros. Acho que o mercado automobilístico é o que mais respeita a característica de uma linha. Excluindo claro, os carros que são muito feios e precisam mudar completamente de cara ao longo do tempo, a maioria segue uma sequência de evolução bem clara. Abaixo, meu carro favorito.

Honda Civic

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imagem por Andrew Dobson – hahaha, muito bom

É um assunto daqueles que, igual caviar para o Zeca Pagodinho, eu praticamente só ouço falar. Talvez você também. A Wikipedia tem uma boa definição do assunto: “um conjunto de parâmetros que mensuram a performance de um website ou de uma campanha de publicidade no meio digital.”

O artigo é bem fraco e acaba aí, mas neste texto há boas explicações. Ele fala de alinhamento de métricas com os objetivos da empresa, daquele site específico, etc. E excluindo o e-commerce, só vejo textos falando sobre publicidade online, pouca gente trata da normal (e constante) evolução dos websites. Talvez o volume de dinheiro envolvido em publicidade online seja o principal responsável por isso, já que é necessário calcular se as ações estão dando resultado ou não.

Sobre e-commerce, a maior parte dos textos que abordam métricas fala sobre conversões, aumento de vendas, o que é esperado. Mas todo o resto parece ser ignorado. Talvez seja culpa do jeito que a gente trabalha, como citado a seguir:

It’s tempting to divide skills into visual design and interaction design. But that distinction is often a reflection of the job roles at design agencies. Is the traditional design agency process part of the problem? We have this linear approach: discover, design, develop, deliver—like a relay race.
http://adactio.com/journal/4538/

Voltando à realidade das agências, onde a maioria de nós trabalha, ou já trabalhou, nosso contato com métricas é muito pequeno, o trabalho geralmente fica só em criar e produzir, temos pouco feedback do resultados do que produzimos. A maioria dos jobs fica poucos meses ativa no ar e a palavra que a gente mais ouve é CTR (que geralmente é um número bem pequeno).

E por trás do processo de melhorar um site está a observação do comportamento das pessoas nele, com o objetivo desejado em mente, tal como na publicidade.

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Finalmente um post novo aqui no DC.

E pra não ficar só aquele chororô de falta de tempo (e de assunto) pra postar aqui, vou falar sobre um evento que aconteceu há uns dias. Outros textos estão vindo também, espero que a morosidade dos últimos meses não volte pra cá nunca mais!

No sábado, dia 26 de março, aconteceu  a primeira edição do Construção, um evento cuja ideia é conhecer mais a história da carreira dos profissionais, e menos do portfólio deles. O projeto foi pensado por Felipe Tofani (Pristina), Rodrigo Louzada (DesignFlakes) e Tiago Yonamine (@trampos) e inspirado no gringo Creative Mornings. Na época que o Construção (ainda sem nome) foi concebido eu trabalhava com o Felipe, e me impressionei com o projeto assim que ele me contou, sabia que ia ser um negócio legal.

E como o objetivo é conhecer a trajetória de cada um, o que os fez chegar em cada lugar, nada melhor que pessoas com histórias diferentes pra contar. Para a primeira edição, os convidados foram Henrique Nardi (Tipocracia), André Passamani (Colmeia) e Beto Macedo (Trip).

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Que há uma grande diferença entre um produto industrializado, uma invenção ou mesmo um protótipo todos nos sabemos. Mas o que define o valor final daquilo que chega às nossas mãos?.

Recentemente estive acompanhando o mercado de prototipagem 3d (produção de modelos volumétricos ou impressão 3d), e me deparei com um quadro bem interessante, imaginem o mesmo produto: Uma impressora 3d, em sua versão final, com design de ponta e cheia de apetrechos e penduricalhos sai por nada menos que US$ 10.000 (vamos falar na moeda do tio sam ok?), ao passo que sua alternativa em fase de desenvolvimento, com arquitetura aberta, todo um lance filosófico e um projeto interessante e inovador, sai por menos de US$ 1000. Perceberam o “0″ a mais no preço final do produto? É disso que quero falar.

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Quase isso.

A correria que a gente trabalha nos faz ficarmos acostumados com o “melhor que deu pra fazer nesse tempo“. Mas quando vamos para o próximo job, a loucura é a mesma. E então passamos a ver os trabalhos que chegam pra nós como uma pilha de trabalho a ser entregue.

E isso é ruim. Muito ruim. Porque uma hora você se entedia com aquele bando de coisa meia boca que sai do seu Photoshop. Não necessariamente porque você não é bom ou não sabe fazer direito, mas porque nunca dá tempo de refinar. Quando você começa a juntar os trabalhos pra ver o que vai entrar no portfólio, ou fazer uma retrospectiva, parece que nada merece ser muito lembrado e começamos a dar desculpas pra nós mesmos do que não ficou legal. E isso é uma merda porque essa auto-enganação não dura muito tempo, caímos na real rapidinho.

É preciso ter aquela calma que o diretor de criação tem.

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