Pular navegação e ir direto para o conteúdo

Pular navegação e ir direto para as categorias

Pular navegação e ir direto para a lista de colunistas

Pular navegação e ir direto a assinatura do Feed RSS

No artigo 3d na tela e na rua fiz uma abordagem sobre graffiti 3D e um dos artistas que apresentei foi Daim, agora venho falar mais sobre ele. Artista nascido em Lueneburg “Alemanha”, Daim iniciou sua carreira como freelancer em 1992, no começo de sua carreira desenvolveu trabalhos na Dinamarca, França e Suíça. Trabalhou como professor de graffiti em escolas em Hamburgo, em todo decorrer de seu desenvolvimento profissional participou de concursos e também se tornou membro de algumas crews (Grupo de Grafiteiros).

por Daim

por Daim

Em 1995, Daim com outros artistas internacionais: Loomit, Hesh, Ohne, Vaine, Darco cria o mais alto graffiti do mundo e entra para o Guinness Book (Livro dos recordes). Em 1999 fundou o “getting-up” estúdio coletiva, juntamente com os seus colegas que organizou o sucesso “Urban Discipline” exposições entre 2000 e 2002. Várias exposições e catálogos do livro “DAIM - daring to push the boundaries” foram publicados.

por Daim

por Daim

Em 2001 ele pintou para o “Global Mural” projeto sob o patrocínio da UNESCO, em São Paulo, Brasil. Ainda neste ano ele foi incumbido da tarefa de planeamento e execução de 2000 m2 Dockart Projeto “The new Hamburg and its twin cities“, Blohm & Voss no porto de Hamburgo. Outras projetos internacionais seguidas, incluindo projetos na Tailândia, Austrália, Nova Zelândia, Argentina, México e EUA.

Alguns trabalhos de Daim:

Hoje em dia Daim desenvolve muitos produtos e atividades tais como: Arte Digital, Arte em Ambientes, Arte em veiculos, Camisetas, Graffiti, Quadros, Posters, Esculturas entre outros.

Mais:
DAIMshop: Daimartwear
Alguns projetos: Stillonandnonthewiser, Nextwall


Expo_mendell_brasília_01

Após uma temporada de três meses de grande sucesso em São Paulo, a Exposição Pierre Mendell: Cartazes, chega à cidade de Brasília cercada de expectativas e trazendo novidades.

Em cartaz desde 06 de março, a maravilhosa mostra dos cartazes do artista gráfico alemão Pierre Mendell, desembarcou na capital federal, impulsionada pela grande repercussão em São Paulo. “Uma exposição em Brasília é um sonho que se realiza” expressou Pierre Mendell, conforme nos contou a curadora da exposição, Bebel Abreu. Mendell já havia se declarado um grande admirador do trabalho de Oscar Niemeyer.

A mostra ocupa os mais de 400 m2 na galeria principal do prédio da Caixa Cultural Brasília. O lugar já é conhecido de Bebel Abreu que em 2006 montou na mesma galeria a mostra “Ilustrando em Revista”, da Editora Abril.

Projeção do filme - At First Sight - de Pierre Mendell, até então inédito no Brasil

Visitante contempla o cartaz Diante de Deus todos os homens são iguais

Ler o texto completo e os comentários »


Quando você digita um texto, aperta o botão em uma máquina fotográfica ou temporiza o microondas, sua ação é entendida pelo aparelho em questão, como uma ordem direta para que uma ação seja executada. Essa relação que permite o diálogo homem-máquina (ou usuário-aparelho) é permitida graças a um conjunto de procedimentos conhecidos por interface do usuário.

E não é necessário muito esforço para reconhecer onde estão estas interfaces no nosso dia-a-dia, por exemplo, se você está lendo esta mensagem em um monitor, esta fazendo uso da interface do usuário (o monitor), mas no caso do computador, essa interface compreende ainda o teclado, mouse, ícones exibidos e etc.

O profissional que cuida do design de interfaces é responsável pela difícil missão de projetá-la para se tornar “invisível”, ou seja, simples, fácil de manusear e tão intuitiva a ponto de não ser percebida conscientemente por seus usuários finais.

Um bom design de interface, independente de ser projetado para um programa, um site, um programa interativo de televisão ou um equipamento, passa por muitas etapas para alcançar o sucesso e tornar-se tão simples e popular a ponto de ser “invisível”, mas os estágios principais levam em consideração o estudo aprofundado do público-alvo, usabilidade, ergonomia e acessibilidade.

Neste exato período, estamos presenciando o desenvolvimento do que talvez seja o futuro das interfaces, a substituição dos botões pela simulação dos mesmos em interfaces sensíveis ao toque, além das promissoras interfaces que respondem a comandos de voz, tecnologias já encontradas em alguns celulares, smart phones, nos badalados ipod touch e iphone da Apple e no Surface da Microsoft entre outros.

O Surface da Microsoft

Muitas interfaces já fazem parte do nosso cotidiano e tornaram-se “invisíveis”, mas tente imaginar como seria usar o computador ou seu celular atual sem o auxílio e beleza dos ícones, certamente não seria impossível, já usamos outras interfaces para esta mesma finalidade mas, considerando o estágio atual desta vertente do design, seria um desconforto tamanho, não é mesmo?

Em tempo:
O termo interface de usuário ou interface gráfica do usuário (GUI – Graphical User Interface ) é mais utilizado no contexto de computadores e outros dispositivos eletrônicos. Para máquinas industriais ou veículos geralmente é usado o termo interface homem-máquina.

Mais:
Interface do Utilizador - Wikipedia
Design de Interface para idosos
O design de interfaces e os perfis de usuarios - WebInsider


Camisetas Fórum

A grife Fórum, em parceria com a galeria paulista Cubículo, criaram uma série limitada de estampas criadas por artistas que vêm se destacando nas ruas no Brasil.

Artistas urbanos como: Carlos Dias, Carla Barth, Projeto Chã, Pan, Miss, Marcelo Stefanovitz, Sesper, Tinico Rosa, entre outros, participaram do projeto.

O interessante nessa coleção, que foi criada pensando em art de rua no geral, é a diversidade de estilos explorados, variando de colagens (Stickers e lamb-lambs), como dos Artistas Projeto Chã e Sesper e também graffitis como dos demais artistas citados.

As camisetas não foram customizadas individualmente por cada artista, sendo estampadas em silk screen.

Uma boa pedida para quem curte a arte dos muros da cidade e está a fim de dar uma estilizada no visual. E ainda apoiar esses novos artistas, fortalecendo essa cultura de rua que tanto cresce.

Arte nas camisetas da imagem por: Carlos Dias, Projeto Chã, Miss e Pan.

Mais:
Gringa in


É, acalme-se, você tem essa opção, mas lembre-se das outras também e pense sobre os costumes de alinhamento praticados diariamente nas criações.

A centralização é freqüente nos folhetos de pizzaria, planos de saúde, algumas baladas, eventos locais.

locomotiva.jpg

Claro que a maioria dessas coisas são feitas por gente que não tem experiência ou estudo na área. Não que não possam se tornar bons designers, mas que ainda não são e não devem servir como referências. Ou até devem, mas do que não fazer.

Anúncios e informativos de restaurantes e cartazes colados na rua também estão presentes.

catcharles.jpg

choppers.jpg

Ler o texto completo e os comentários »


Aberta até 3 de Março de 2008 a exposição A Arte do Pixel, da artista Alessandra Busanelli, exibe 27 obras criadas com o uso do computador e que tiveram como inspiração, fotografias de diversos pontos turísticos mundiais.

London - British Museum

A artista é paulista de Jundiaí e graduada em Ciência da Computação e em Artes Plásticas. Para constituir as suas obras ela usa apenas boas fotografias e o conhecido programa Corel Draw.

Ela explica que para compor as suas obras, faz uso de boas fotografias dos locais que pretende reproduzir , desenha alguns dos seus contornos e formas interessantes no software e plota o resultado em diversos suportes como madeira, tecido, vidro entre outros.

Em algumas das suas composições percebe-se uma forte (e confessa) influência da POP ART de Andy Warhol e de Roy Lichtenstein, mas os críticos classificam as suas obras mais recentes como arte contemporânea.

Brooklin Bridge Moulin Rouge

“A Arte do Pixel”, de Alessandra Busanelli

Quando: até 3/3, de segunda a sexta, das 10h às 16
Onde: Espaço Cultural Banco Central do Brasil - Av. Paulista, 1804, São Paulo - SP. Tel.: (0/xx/11) 3491-6916
Quanto: Entrada franca


Página 4 de 19« Primeira...«23456»...Última »

Sobre

O Design Coletivo é formado por 8 estudantes de design, interessados em criação de conteúdo relevante sobre design e seu reflexo no mercado, além do estímulo do debate nos assuntos referentes à area.

Leia a descrição completa

Destaques