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Depois de mais de um ano do início do Design Coletivo, nós oficialmente temos agora mais um integrante, Bruno Moratório.

Estudou com a gente na Impacta e, trabalha com o Rafael na Chleba, agência interativa em São Paulo.

Seu portfólio – http://www.brunomoratorio.com.br – ainda está em construção, mas quando ficar pronto vai mostrar bastante coisa boa.

O Bruno já esteve com a gente fazendo trabalhos do DC, como na cobertura da exposição Pierre Mendell – Cartazes e na Semana do Design da FIT, o que despertou a vontade pra que ele se tornasse um membro efetivo – o que nós prontamente aceitamos e até sugerimos. Esteve também, na nossa última reunião, no Black Dog dos Jardins.

Seja bem vindo Brunão e boa jornada!

Equipe Design Coletivo


Lancei essa hoje no twitter e para alguns amigos pelo MSN. A intenção era ver o que as pessoas conseguiriam sintetizar nessas poucas palavras, seja uma resposta mais séria ou engraçada. Um obrigado ao Michel Lent que republicou a pergunta e atingiu mais pessoas, valeu.

Aos poucos vamos atualizando aqui.

Também serve pra relaxar um pouco, afinal hoje é 6ª feira :)

Começando:

Gosto de ser designer porque:

Camilo Oliveira:
… assim trabalho pode ser igual a diversão

Bruno Polidoro:
… as minas pagam pau! – via twitter

Rafael Cavalcanti:
…foi o que escholhi ser e porque é como ganho dinheiro.

Leandro Rodrigues:
…sou mais sensivel.

Rodolfo Piter:
…é aonde eu posso viajar, colocar as minhas ideias de uma maneira que as outras pessoas possam ver.

Daniel Campos (logobr):
…através de técnicas eu posso provocar sentimentos, sensações e desejos. Acho isso incrível e uma responsabilidade muito grande…. – via twitter

Bruce Sanyo:
…sobra muito tempo pra ficar postando aki no twitter. – via twitter

Octavio Maron:
…sempre tem um tio pedindo site hauhahauaha – via twitter

Daniel Rocha:
…tenho a possibilidade de criar, viajar, imaginar, fazer uma coisa que vem de dentro de mim.

Updates:

lelis 718:
…sou programador – via twitter

yaso:
…posso fazer o que quiser e chamar de design – via twitter

Klaibert Miranda:
…é a melhor de maneira de reinventar, as coisas, a relação com elas, o mundo…

Felipe Tofani:
…minha mae acha tudo que eu faço bonitinho =]

Felipe Caroé:
…é a única profissão em que eu trabalho ouvindo o mesmo tipo de música com que durmo e faço sexo: JAZZ! :]

Constança:
… tenho a possibilidade de comunicar coisas importantes, à minha maneira, com o meu cunho pessoal. É a profissão em que não pensamos só na função ou na estética, mas nos dois em conjunto! E sim, podemos trabalhar a ouvir música… É a melhor profissão do mundo

Minha resposta inicial seria “porque tenho uma boa desculpa pra acompanhar o Smashing Magazine, mas ia ficar muito jabá :)

Vale completar a frase aí nos comentários também.


Conteúdo sim, importa. Sua mensagem precisa ser relevante. Para o público (target) que você pretende atingir principalmente, e se possível, claro o suficiente para quem não faz parte dele, mas porventura poderia fazer. Para quem não tem nada para falar, mascarar conteúdo fraco com uma boa aparência é matar a mais importante função do design, que é expressão. Se algo não tem força, o que pode ser expressado? No máximo técnicas já carimbadas ou clichês temporários. Outras vezes o problema tem relação com o espaço. Você precisa de 15 linhas ou 20 centímetros para passar sua mensagem, mas acaba com menos ou mais espaço que o necessário. Quando de acontecer menos, vai a técnica em readequar informações e manter o que é estritamente necessário, quando ocorre o contrário, vem a famosa encheção de lingüiça.

Outro dia discutimos na lista ArqHP (SWF em e-mail e Tableless em e-mails), sobre a necessidade de layouts e artefatos imagéticos em malas diretas/newsletters. Entendo a preocupação de uma parte da lista com a questão da importância das mensagens disparadas e a maquiagem do conteúdo, como falei acima, mas infelizmente diversas delas continuarão a serem enviadas e exigirão de nós apertar o botão apagar. Acho que alguma estilização é necessária, de modo a convencer o seu destinatário a ter alguma reação, seja clicar, comprar, pesquisar ou mesmo se interessar pelo assunto. Caímos também na questão técnica sobre o protocolo HTTP, mas nossa conversa aqui vai ficar mesmo na relevância.

O modo de texto é incrivelmente eficiente e funciona há séculos. Um site sem formatação é claramente possível de ser lido. Mas o que se perde com isso?

Na minha opinião: experiência, o tal do flow, a imersão.

Forma como conteúdo – tipografia aplicada usando imagens

Se design é comunicação, expressão, ele precisa ou interagir com o conteúdo que carrega, reforçando-o ou até mesmo contradizendo-o. No caso da forma ser o próprio conteúdo ter um peso que se sustente nessa comunicação, a apresentação visual precisa ser contundente. Quando a forma manda no conteúdo, ou é o próprio conteúdo, a composição visual abre espaço para uma interpretação diferente de cada um que o observa, tornando-a mais interessante.

É praxe vermos acontecer o contrário descrito aqui (e que é a nossa opinião também), mas só seria diferente se houver posicionamento nosso. E qual é a importância do design que você faz? Ele procura ter significado ou é só coadjuvante dentro do contexto que participa?

Este post tem a intenção de fazer pensar. A gente quebrou a cabeça e debateu vários dias antes de subir, o que fez com que prestássemos atenção em fatores importantes do nosso trabalho e que estavam ficando em 2º plano, e queremos que tenha algum efeito em você, mesmo se for pra discordar e achar que só estamos falando bobeira. E se achar que estamos, por favor, comente e nos avise ;)


Um ano depois que tudo começou, reunimos um pouco do que cada um pensa a respeito do Design Coletivo e damos algumas pistas do que está por vir. Você também está convidado a participar desta comemoração dividindo suas opiniões conosco.

Thiago Martins

Um ano se passou, muitas coisas aconteceram e vêm acontecendo. O que mais me chamou a atenção nesse tempo foram os contatos obtidos, desde pessoas reconhecendo por camiseta que usamos até diversos emails que recebemos pelo fale@designcoletivo, com comentários, pedidos de ajuda, até curriculos, hehehe.

Durante este período, pude observar uma grande evolução pessoal, necessária para o crescimento pós formação na faculdade, podendo ampliar minha visão em meios de criação, design e pensando coletivamente.


Rafael Cavalcanti

Muitas vezes usamos o tempo para estipular metas, objetivos ou necessidades. E se realmente fazemos desse tempo algo produtivo, prazeroso e realizador, não percebemos a tamanha velocidade que o tempo alcança. Durante esse último ano, conquistei e realizei coisas que me indicam caminhos e trilhas futuras. Só que na maioria das vezes, por alguns motivos especificos, deixamos de seguir, ou simplesmente não tentamos. Nada melhor do que ter pessoas importantes do seu lado, que vivem, compartilham e respiram desse mesmo caminho. Se não bastasse todos esses fatores em comum, existe um que sem sombra de dúvidas, foi conquistado a cada reunião, a cada trabalho, a cada post, a cada imagem, palestra ou evento, discussão ou problema, o COLETIVO.

De tudo que aconteceu, particularmente, vejo o coletivo como fator fundamental, para ver que cada um é o que realmente quer e deseja, agregando cada vez mais contatos, conceitos, criações, campanhas, talvez clientes, outros Camilos ou Cássios, mas sempre, sem nunca deixar de existir a idéia inicial, de juntos começamos, coletivamente conquistaremos.


Klaibert Miranda

Que experiência incrível!

Sinceramente esse pouco tempo de vida do DC já me surpreendeu o suficiente para deixar de tentar prever o que está por vir, quais serão as próximas novidades ou idéias malucas dos criativos que participam conosco escrevendo, comentando ou apenas produzindo as coisas que adoramos.

Não são poucas as vezes em que sou surpreendido, por essa galera, seja com uma técnica totalmente nova, uma atitude ou uma daquelas idéias malucas que fazem todo sentido e fazem você se perguntar por que ninguém pensou nisso antes?

Nesse 1 ano de DC, desenvolvi demais meus sentidos e embora tentamos várias vezes descobrir os limites do Design, ainda não o encontramos (ainda bem!) e ele continua se manifestando de formas diferentes, está presente na forma que os objetos querem ser tocados, nos sons que ouvimos diariamente e até no caos do nosso dia-a-dia, um ano depois nem pergunto mais o que é design, mudei minha pergunta para o que não é design? E como se isso não bastasse, a experiência de estar com uma equipe com pensamentos tão diferentes (as vezes até conflitantes) ensina uma série de outros valores e isso aqui vira uma verdadeira escola, trabalho em equipe, criatividade, senso crítico, respeito, argumentação, persistência e coletividade, são exercícios diários por aqui.

Crescemos muito mais do que eu poderia imaginar e o mais animador é saber que isso é apenas o início de uma longa jornada por caminhos incertos e cheios de surpresas, agradeço a cada um de vocês leitores silenciosos ou barulhentos e também aos que desde o princípio acreditam no DC e no poder transformador do Design. Para esse novo ano de vida podem esperar muitas (boas) novidades pois o nosso Design e está a cada dia mais Coletivo!


Dener Costa

Um ano de Designcoletivo?

Passa rápido demais lembro de quando fui “convocado” por alguns dos cabeças do Coletivo, confesso que no começo fiquei muito receoso com o que poderia vir pela frente, pois nunca tinha participado de um blog e muito menos relacionado a Design. Depois de algum tempo fui me achando no meio de tantas coisas que podem sair desse Coletivo, e agora meu foco dentro dele está mais centrado e sei bem o que quero trazer para ele.

Muito bom reunir o Coletivo, nessa ultima reunião já deu pra imaginar pelo menos uns 4 anos de Coletivo só para todas as idéias estarem sendo executadas, caramba que galera doida que tem aqui! hehe

Quero parabenizar todos que estão no Coletivo por serem quem são em todas as horas, mesmo quando as idéias não batem totalmente. Tenho uma grande admiração por cada um. Aprendo a cada contato com todos aqui, vamo que vamo Coletivo.

Parabéns a nós e todos que ajudam isso acontecer, minha mãe, meu pai, minha namorada, minha câmera e meu pc! hahaha
valeu!


Camilo Oliveira

No início a tarefa parecia mais simples do que realmente era. Afinal estávamos no final da faculdade, com um nível de maturidade maior, e o exercício de pensar sobre as coisas que atingem nossa profissão era diário. O tempo mostrou que não era tão simples assim, que as conversas precisavam ser um pouquinho mais profundas pra agregar mais às pessoas que fossem nos ler.

Porém mesmo encontrando a dificuldade em pontos que não conhecíamos, até por estarmos começando, quando a vontade era maior que o obstáculo, fizemos coisas que todos nos orgulhamos. Tenho orgulho de alguns posts deste blog. E prazer em ver os outros, não há nenhum que eu não goste.

Como profissional, vi um crescimento legal na minha carreira e na dos meus colegas. Acho que nosso senso crítico se aprimorou e a cobrança com nosso próprio trabalho está num nível mais elevado, que graças a bastante esforço também foi possível alcançar. O trabalho em grupo é bastante desafiador, por termos que considerar os diferentes pontos de vista, às vezes contrários aos nossos, mas no geral sempre acrescentam muito mais do que desgastam, eu acho que vale a pena.

Gostaria bastante de trabalhar diariamente com alguns companheiros, já que sair do trabalho para ficar exclusivamente no blog não me parece interessante ainda, conciliar os dois é bem mais proveitoso.

Foi bacana ter feito alguns contatos, ter uma URL legal pra mostrar, ou colocar no crachá de algum evento. Pro próximo ano espero ampliar esses contatos pra mais pessoas que poderiam ser atingidos pelos textos postados aqui.


Uma parceria da JumpEducation com o Luli Radfahrer, professor da ECA-USP, resultou na gravação de uma porrada de podcasts sobre carreira digital.

Entre os assuntos tratados estão: criação interativa, métricas, mídia online, search, gestão de projetos, marketing digital, e-commerce, usabilidade e arquitetura de informação.

São 26 arquivos, com entrevistas com profissionais da área abordada no respectivo podcast. O papo não é chato e a profundidade alcançada é muito boa, até incomum em podcasts brasileiros. Dá pra ter uma boa noção de como anda o mercado e ter idéias para resolução de problemas atuais ou criação de novas ferramentas/aplicações online.

Ouvia o Luli twittando isso há vários meses, comentando dessas gravações que só foram pro ar agora, como ele avisou, também pelo twitter (só faltou o post como ele prometeu, post publicado). Dá pra assinar pelo iTunes, ou via RSS (pelos botões abaixo) ou ir direto no site e baixar um por um, no caso do site é preciso um cadastro antes de fazer os downloads.


MTV Engine Room

A MTV, em parceria com a HP está realizando mais um reality show geek a diferença é que o MTV Engine Room é algo que deve interessar muito os designers, artistas gráficos e etc.

O programa traz 16 artistas digitais de várias partes do mundo, divididos em 4 equipes, munidos com equipamentos HP de primeiríssima linha, para cumprir os desafios do programa que prometem ser o maior teste de criatividade aos quais estes profissionais serão submetidos na vida e como prêmio, os vencedores vão receber os equipamentos HP, 400 mil em dinheiro e o controle do telão de alta definição da MTV no Times Square. Outro fator interessante é que os episódios são curtos, a estréia mundial por exemplo tem menos de 8 minutos.

O Brasil tem como representante o designer gráfico Luis Salcedo, mas a diversidade de talentos é muito grande entre os artistas e vai de amantes da tipografia a especialistas em efeitos especiais e stop motion.

O programa não está relacionado na grade de programação da MTV Brasil, mas é possível acompanhar os episódios legendados em português e com boa qualidade de vídeo no site oficial do programa (também em português). No mesmo local é possível conhecer o portfolio de todos os participantes, da galera que assiste o programa e claro, enviar o seu também para o mundo todo avaliar.

Na guia episódios do site já estão disponíveis os dois primeiros episódios, onde é possível conhecer um pouco sobre os participantes e o primeiro desafio proposto, vale a pena assistir e compartilhar suas impressões conosco.


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O Design Coletivo é formado por 8 designers, interessados em criação de conteúdo relevante sobre design e seu reflexo no mercado, além do estímulo do debate nos assuntos referentes à area.

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