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Não é muito o nosso costume replicar ou só referenciar outros posts no Design Coletivo, mas este vale a pena porque tem totalmente a ver com o propósito que a gente estabeleceu para publicar coisas por aqui.

Foi escrito pelo Zeh Fernando, um dos maiores programadores flash brasileiros, para sua palestra no InterfaceCamp do Senac. Vale a pena.

  1. Faça o que você gosta.
  2. Tenha foco, mas não tenha medo de ser multidisciplinar.
  3. Aprenda inglês.
  4. Mantenha uma lista de pendências.
  5. Arquive seus trabalhos.
  6. Aprenda a achar as respostas, ao invés de saber tudo.
  7. Faça seu portfólio.
  8. Portfólio tem de ser simples.
  9. O melhor lugar pra trabalhar é um conceito relativo.
  10. Salário não significa (quase) nada.

E um bônus: Tenha karma.

Mas as dicas só vão ter algum valor se você for lá no blog dele e ler a explicação de cada uma delas: Dez dicas para seus primeiros dez anos de carreira

Depois do iMasters Intercon 2007, estivemos no 12° Encontro de Web Design, promovido pela Arteccom, que neste ano passou por diversas capitais do país e encerrou o circuito em São Paulo.

Suzana Apelbaum e Michel Lent

A escolha dos palestrantes foi adequada, pessoas com perfis diferentes e que até discordavam um do outro em suas apresentações. Eram eles:

Os pontos negativos ficaram para:

  • localização do auditório. Longe, muito longe. Difícil de chegar e de ir embora. Poderia ter sido no centro da cidade, ou senão na região da Avenida Paulista, ou qualquer lugar de fácil acesso. (ou com algum acesso)
  • pouco tempo de palestra (aproximadamente 1 hora). A Suzana e o Matarazzo tiveram que correr em certo ponto de suas palestras, atropelando algum conteúdo
  • muita propaganda. Num cenário onde todo mundo falava de uma nova exploração da propaganda aproveitando ao máximo a internet e que os filmes para TV são ‘quadrados’ (como falou Suzana Apelbaum), houve um bom tempo ocupado com propagandas e videozinhos que passam na TV ou de empresas já conhecidas entre o público. Um espaço que poderia ser ocupado com conteúdo. Realmente essa parte foi bem chata.

Auditório do EWD

Agora o conteúdo das palestras.

Ler o texto completo »

Estivemos presentes na edição de sábado do InterCon 2007. Abaixo uma foto do auditório.

Auditório do Intercon

Primeiro um coffee break e o credenciamento dos visitantes. Depois o Tiago Baeta (diretor do iMasters) fez a abertura do evento e passou a palavra a Luli Radfahrer, que foi o entrevistador do evento.

– Hi. I´m a Mac

Foi sua primeira frase, tirando risos de toda a platéia. Fez a introdução e abriu para os primeiros palestrantes do dia, Cris Dias, Carlos Merigo, Fabio Seixas e Mauro Amaral, que gravaram o Braincast #10 ao vivo. Uma bela ‘despalestra’ que contou com a intervenção do Luli e de algumas pessoas que estavam assistindo.

Braincast

Falaram de ferramentas, sobre blogs, do twitter (que rolou solto no evento, inclusive na hora das palestras, incentivado até pelos palestrantes), ferramenta onde montamos nossas próprias salas de chat, filtrando o conteúdo que desejamos.

Braincast# 10 no InterCon 2007

Em relação a blogs o mais legal foi falarem da credibilidade adquirida através dos blogs. O Cris Dias, por exemplo, só vê o sucesso do Vilago (sua empresa de hospedagem) através da eficiênciaque atingiu no seu blog. O Elcio e o Diego Eis são outro exemplo. O Tableless é referência em padrões web no Brasil e isso possibilitou a criação da Visie, que é a empresa na qual eles dão treinamentos e ganham dinheiro com isso. Ou seja, o blog pode não ser a fonte direta de renda, mas é o que possibilita e te credencia a ter sucesso em outras coisas.

Publicidade, Adwords, vídeo, banners, Adsense e até Second Life foram outras citações.

Quando o episódio for lançado você poderá fazer o download e conferir na íntegra. Eu gravei as palestras em mp3, mas preciso editar (volume, barulhos) e pedir a autorização pra publicar. Creio que não seja problema, mas é um passo necessário.

Podcast disponível para download: Braincast #9 | Episódio 10

Pedro Venturini – Itaú

2ª palestra do dia. Bateu e reforçou que a marca é o principal ativo de uma empresa, o pano de fundo para qualquer negócio.

Ler o texto completo »

O Rafael já escreveu aqui sobre o processo de criação, onde fala sobre referências, estilo e faz uma introdução sobre esse processo.

O que vou abordar neste texto é sobre o momento em que isso acontece. Seja quando você recebe o briefing daquele job ou o momento posterior à reunião com o cliente, onde começará a pensar nos diferenciais daquele projeto.

As informações estão ali no papel (ou no documento na tela) e sua cabeça está começando a pensar em diversas coisas. Não abra o Photoshop! Mantenha-se concentrado na idéia, desviar a atenção para o computador ou qualquer outra coisa pode fazer com que você se desconcentre, o momento da criação é anterior à execução ou produção dessa idéia.

Pegue um papel e um lápis ou abra um editor de texto (como o Bloco de Notas) e comece a colocar resumidamente o que haverá de ser feito. Isso vale para um cartaz, flyer, banner ou até um site inteiro.

Organize as informações e defina a hierarquia delas para facilitar o processo. Depois, baseado no tipo de trabalho que será feito, pense em que conceito haverá ali. Se será algo formal ou mais ousado, pra quem será direcionado (target ou público-alvo) e anote. Há dezenas de outras coisas que também são pensadas aqui, mas nos aprofundaremos isso mais para o futuro, prometo!

Depois de ter a parte ’suja’ do trabalho definida aí sim a criatividade começa a aparecer. Você vai pensar em que efeitos, tecnologias poderia usar, sempre se baseando no conceito que havia definido anteriormente. Se você falhar em algum desses pontos, a chance do trabalho dar errado cresce, mas nunca é tarde pra começar de novo.

E aí que entra a referência e o exercício de exploração dessas referências (como comentei no meu outro post) e onde aumentamos nosso poder criativo.

Depois dessas etapas, o conceito criativo da composição a ser montada estará concluído. Se você tiver a oportunidade de aprovar essa parte com alguém seria interessante, principalmente no caso de ela ser reprovada, onde o tempo ‘perdido’ seria menor.

Esse processo é mais longo do que o comum, ou que você atualmente faz, porém não necessariamente tão mais demorado e o hábito do planejamento fará demorar cada vez menos.

Isso tudo sem abrir o programa, seja ele o Photoshop, Illustrator, InDesign ou Flash, entre outros.

Caso esteja pensando que o tempo gasto na elaboração de tudo isso vá afetar sua produtividade, está enganado, pelo contrário, só fará sua cabeça trabalhar mais rápido, além de que com todas as frentes do trabalho bem elaboradas, a chance de dar errado é bem menor. E haverá o reconhecimento do diferencial do seu trabalho, um significado autêntico e não uma repetição do que já é feito.

Depois, abra o software e só EXECUTE o trabalho, aproveitando as facilidades que a computação gráfica proporciona (o céu é o limite nas últimas versões dos programas gráficos), depois é só correr pro abraço.

Talvez você já execute esse processo e nem perceba, mas o ideal é que isso seja feito conscientemente, senão não há aprendizado.

No dia-a-dia na agência, ou da empresa, ou mesmo como freelancer, é bem possível que as ocasiões onde você será o responsável pela criação não aconteçam todo dia, mas quando isso acontecer, esteja preparado.

Sobre

O Design Coletivo é formado por 8 designers, interessados em criação de conteúdo relevante sobre design e seu reflexo no mercado, além do estímulo do debate nos assuntos referentes à area.

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