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	<title>Design Coletivo &#187; agencias</title>
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	<description>O Design Coletivo é formado por 8 designers, interessados em criação de conteúdo relevante sobre design e seu reflexo no mercado, além do estímulo do debate nos assuntos referentes à area.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 27 Jan 2012 09:42:42 +0000</lastBuildDate>
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		<title>10 dicas para seus primeiros 10 anos de carreira</title>
		<link>http://www.designcoletivo.com/mercado/10-dicas-para-seus-primeiros-10-anos-de-carreira/</link>
		<comments>http://www.designcoletivo.com/mercado/10-dicas-para-seus-primeiros-10-anos-de-carreira/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2009 18:06:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camilo Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[agencias]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é muito o nosso costume replicar ou só referenciar outros posts no Design Coletivo, mas este vale a pena porque tem totalmente a ver com o propósito que a gente estabeleceu para publicar coisas por aqui. Foi escrito pelo Zeh Fernando, um dos maiores programadores flash brasileiros, para sua palestra no InterfaceCamp do Senac. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é muito o nosso costume replicar ou só referenciar outros posts no Design Coletivo, mas este vale a pena porque tem totalmente a ver com o propósito que a gente estabeleceu para publicar coisas por aqui.</p>
<p>Foi escrito pelo Zeh Fernando, um dos maiores programadores flash brasileiros, para sua palestra no InterfaceCamp do Senac. Vale a pena.</p>
<blockquote>
<ol>
<li>Faça o que você gosta.</li>
<li>Tenha foco, mas não tenha medo de ser multidisciplinar.</li>
<li>Aprenda inglês.</li>
<li>Mantenha uma lista de pendências.</li>
<li>Arquive seus trabalhos.</li>
<li>Aprenda a achar as respostas, ao invés de saber tudo.</li>
<li>Faça seu portfólio.</li>
<li>Portfólio tem de ser simples.</li>
<li>O melhor lugar pra trabalhar é um conceito relativo.</li>
<li>Salário não significa (quase) nada.</li>
</ol>
</blockquote>
<p>E um bônus: Tenha karma.</p>
<p>Mas as dicas só vão ter algum valor se você for lá no blog dele e ler a explicação de cada uma delas: <a title="Dez dicas para seus primeiros dez anos de carreira por Zeh Fernando" href="http://pessoal.zehfernando.com/2009/dez-dicas-para-seus-primeiros-dez-anos-de-carreira/">Dez dicas para seus primeiros dez anos de carreira</a></p>
<img src="http://www.designcoletivo.com/a57de338/CCBot/1.0 (+http://www.commoncrawl.org/bot.html).gif" />]]></content:encoded>
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		<title>12° Encontro de Web Design em São Paulo</title>
		<link>http://www.designcoletivo.com/design-coletivo/encontro-de-web-design-em-sao-paulo/</link>
		<comments>http://www.designcoletivo.com/design-coletivo/encontro-de-web-design-em-sao-paulo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 11:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camilo Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[agencias]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois do iMasters Intercon 2007, estivemos no 12° Encontro de Web Design, promovido pela Arteccom, que neste ano passou por diversas capitais do país e encerrou o circuito em São Paulo. A escolha dos palestrantes foi adequada, pessoas com perfis diferentes e que até discordavam um do outro em suas apresentações. Eram eles: Michel Lent [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois do iMasters Intercon 2007, estivemos no 12° Encontro de Web Design, promovido pela Arteccom, que neste ano passou por diversas capitais do país e encerrou o circuito em São Paulo.</p>
<p><img src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2007/12/dsc04582_thumb.jpg" alt="Suzana Apelbaum e Michel Lent" /></p>
<p>A escolha dos palestrantes foi adequada, pessoas com perfis diferentes e que até discordavam um do outro em suas apresentações. Eram eles:</p>
<ul>
<li><a title="Michel Lent" href="http://www.viuisso.com.br/">Michel Lent</a> &#8211; <a title="10'Minutos Interactive" href="http://www.10minutos.com.br/">10&#8242;Minutos Interactive</a><br />
Web 2.0 e as novas fronteiras da profissão</li>
<li><a href="http://www.hellointeractive.com.br/br/pt/home.asp">Suzana Apelbaum &#8211;  Hello, Interactive</a><br />
Verdades e mentiras da publicidade online</li>
<li><a title="Gringo" href="http://gringo.nu/">André Matarazzo &#8211; Gringo.nu</a><br />
O valor da originalidade no design para web</li>
<li><a title="Luli Radfahrer" href="http://dwd3.blogspot.com/">Luli Radfahrer &#8211; ECA-USP</a><br />
Resoluções para o ano que vem</li>
</ul>
<p>Os pontos negativos ficaram para:</p>
<ul>
<li><a title="Longe. Bem longe." href="http://www.arteccom.com.br/encontro/">localização do auditório</a>. Longe, muito longe. Difícil de chegar e de ir embora. Poderia ter sido no centro da cidade, ou senão na região da Avenida Paulista, ou qualquer lugar de fácil acesso. (ou com algum acesso)</li>
<li>pouco tempo de palestra (aproximadamente 1 hora). A Suzana e o Matarazzo tiveram que correr em certo ponto de suas palestras, atropelando algum conteúdo</li>
<li><a title="reclamando ao vivo do excesso de propaganda no twitter" href="http://twitter.com/camilooliveira/statuses/481471592">muita propaganda</a>. Num cenário onde todo mundo falava de uma nova exploração da propaganda aproveitando ao máximo a internet e que os filmes para TV são &#8216;quadrados&#8217; (como falou Suzana Apelbaum), houve um bom tempo ocupado com propagandas e videozinhos que passam na TV ou de empresas já conhecidas entre o público. Um espaço que poderia ser ocupado com conteúdo. Realmente essa parte foi bem chata.</li>
</ul>
<p><img src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2007/12/dsc04571_thumb1.jpg" alt="Auditório do EWD" /></p>
<p>Agora o conteúdo das palestras.</p>
<p>===============================================</p>
<p><strong>Michel Lent &#8211; </strong>Web 2.0 e as novas fronteiras da profissão</p>
<p>CCO da 10&#8242;Minutos, Michel falou sobre o que realmente mudou com essa nova etapa de serviços na internet, comparou o modelo tradicional com o novo modelo de publicidade e como pode ser explorada e mostrou alguns exemplos e cases bem sucedidos da agência a partir dessa mentalidade.</p>
<p>Algumas táticas para negociar com clientes, como por exemplo vender hotsites que virão com cada produto, ao invés de somente um site institucional, e aproveitando esses lançamentos para colocar mais alguns banners e palavras-chave na conta, gerando mais trabalho e dinheiro para quem faz o trabalho.</p>
<p>Slides da palestra</p>
<iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/197820" width="400" height="337" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe><br/><br/>
<p><strong>Eu mídia </strong>» O usuário quer se ver. E quer ver os outros.<br />
É por isso que o Big Brother, o orkut e blogs e fotologs são um sucesso. Se tornou a era das mini-celebridades. Dessa forma a agência não precisa mais criar o conteúdo, mas sim planejar e organizá-lo, de forma que os usuários sejam os responsáveis por essa criação. &#8220;Construa e eles virão&#8221;.</p>
<p>No case Borat, onde a agência fez o perfil oficial do personagem no orkut, a intenção era fazer com que as pessoas continuassem a falar do filme. Algumas vezes os recados eram respondidos, bem ao estilo Borat, a aproximação com quem gostou do filme se tornava ainda maior.</p>
<p>Para o sorteio de ingressos do show do U2 em São Paulo em 2006, criaram um estádio virtual onde cada pessoa se colocava dentro do estádio e concorria a um par de ingressos para o show da [ótima] banda. O estádio ficou lotado e a grande graça do site era conhecer cada pessoa que também estava ali dentro.</p>
<p>Ações para o lançamento do filme Garfield 2, duas ações para a Benq e o projeto Fanta Mundo, também com a participação do consumidor, era necessário um certo trabalho para a participação, mas que valia a pena porque foram bem planejadas, o que vai de encontro com outro ponto citado, de que quanto mais complexa a ação, menor o número de pessoas que vai participar, por isso é necessário um bom planejamento.</p>
<p>Michel encerrou sua palestra dando 5 conselhos para o público, bastante atento.</p>
<blockquote><p><strong>1) Teoria e conceito antes. Técnica e ferramenta depois.</strong><br />
Ou seja, a habilidade que você tem hoje, será superada daqui a alguns anos por alguém mais novo que você, é natural. Ele havia me dito isso numa conversa há algum tempo e é realmente verdade, por isso a base conceitual é importante.</p>
<p><strong>2) Existe vida além da agência, o cliente também precisa de experts.</strong><br />
Você pode entender tudo da sua área, mas às vezes não serve para trabalhar em agência. Não entre em crise, vá trabalhar no cliente e ajude o trabalho da agência fazendo seu chefe entender que esse negócio todo de publicidade online (por exemplo) pode sim dar um bom resultado.</p>
<p><strong>3) Clientes: Tratem seu fornecedor com carinho.</strong><br />
Quanto melhor for a relação entre os dois, mais prazer haverá no trabalho e os resultados serão os melhores possíveis.</p>
<p><strong>4) Jovens empresários: Errem primeiro com o dinheiro dos outros.</strong><br />
Por mais que você tenha espírito empreendedor e queira de qualquer jeito trabalhar por conta própria, considere a hipótese de ser funcionário antes de ser patrão, para que os possíveis erros que aconteçam te façam aprender como funciona e não errar novamente quando o seu dinheiro estiver em jogo</p>
<p><strong>5) A brincadeira está só começando.</strong><br />
Todo esse negócio é só o começo de muita coisa que virá. Quem souber se adaptar rapidamente e enxergar as fronteiras com inteligência poderá se tornar a referência.</p></blockquote>
<p>===============================================</p>
<p><strong>Suzana Apelbaum </strong>- Verdades e mentiras da publicidade online</p>
<p>Enumerou algumas questões e mostrou com pesquisas e trabalhos o que realmente acontece no mundo de propaganda na internet.</p>
<p>1 &#8211; A Internet não é mídia de nicho. A interpretação é que atinge uma enorme quantidade de pessoas, perdendo só para a televisão na questão de mídia de massa e é o único meio de penetração no horário de trabalho. As conversas de bar de hoje não falam só de matérias de noticiário ou escândalos de jornal, mas dos assuntos que acontecem ou começam na internet (como vimos o caso da Cicarelli, Katilce Miranda, comercial do Ronaldinho e as 4 bolas na trave).</p>
<p>2 &#8211; Internet não é coisa só de jovem. O público adulto é maioria (79% nos EUA e mais de 50% no Brasil). Até para games online a média de idade é 29 anos. Além de 38% de penetração na classe C.</p>
<p>3 &#8211; Limite para criação existe só na cabeça de quem cria. Ao contrário da TV, onde existem os 30 segundos, cronometrados, e você se vira nesse tempo. Mostrou a animação feita para o Fifa Street da Electronic Arts, onde o Ronaldinho Gaúcho saía do banner e interagia com os ícones de um desktop simulado na peça, muito bem feito.</p>
<p>4 &#8211; Interatividade é só o começo. E a internet pode ser explorada de muitas formas. Tem sua audiência própria, retém o público, oferece segmentação (menor dispersão, mais eficiência no target), excelente capacidade de medição de resultados (como nenhuma outra mídia), poder viral e infiltração da marca na vida das pessoas. A Internet reúne todas as mídias numa só, se tornando um espaço de convivência.</p>
<p>Suzana mostrou alguns banners e disse que a história que ninguém vê pop-up e o banner vai morrer é balela. [Sobre banners, os vejo todos os dias, acredito que existarão por um bom tempo, mas sobre os pop-ups, não lembro o que são há tempos]. A tendência seria <strong>envolvimento + relevância</strong>, com a propaganda parando de interromper o programa [conteúdo] a ser assistido ou acompanhado, mas participando do cotidiano desse consumidor. E se despediu afirmando que o que nunca muda é: <strong>O valor de uma idéia</strong>.</p>
<p>===============================================</p>
<p>André Matarazzo &#8211; O valor da originalidade no design para web</p>
<p>Trabalhou em algumas agências brasileiras e foi buscar experiência fora do país, na intenção de melhorar a qualidade dos seus trabalhos. Oferece para seus clientes hoje, o que ele chama de <strong>Advertainment, </strong>um tipo de propaganda ousada, arriscada e misturada com entretenimento. Afirmou que nunca entrega ao cliente um layout detalhado para aprovação, para que a idéia seja analisada, não a aparência, onde procurando descobrir o que é mais importante dentro da mensagem e trabalhando o conceito a partir disso.</p>
<p>A sua agência faz trabalhos de apresentação visual impecável, detalhada, perfeita, trabalhos &#8216;<em>cala-boca</em>&#8216;, como diz meu amigo Daniel, porém são sites muito pesados e lentos para carregar. Perguntado ao final da palestra se a conexão e máquina do usuário eram considerados na criação desses sites, Matarazzo riu e confirmou que isso não era tão relevante [o que eu discordo]. Eu, após chegar em casa, contando superficialmente o conteúdo do evento para o meu pai [usuário comum de internet], quando falei que um dos palestrantes fazia aqueles sites que ficavam carregando no início, ele respondeu categoricamente: &#8220;Ninguém merece&#8221;.</p>
<p>Depois apresentou vários trabalhos da Gringo e se perdeu entre mostrar seu trabalho e apresentar a palestra, chegando a pedir para os seus funcionários ficarem de pé e que o público os aplaudisse. Achei desnecessário, já que aquilo não era a entrega de prêmios e nem uma demonstração da qualidade da agência, mas uma palestra. Acho necessária a exibição de alguns trabalhos, como tentativa de reforçar os conceitos passados, mas quando essa mentalidade é desconsiderada, a apresentação vai perdendo o sentido.</p>
<p>===============================================</p>
<p><strong>Luli Radfahrer</strong> &#8211; Resoluções para o ano que vem</p>
<p><a title="PDF da palestra" href="http://www.luli.com.br/media/12EWDSPLULI.pdf"><img src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2007/12/luli.jpg" alt="luli.jpg" /></a></p>
<p>Um resumo da palestra você pode acompanhar no <a title="Palestra EWD" href="http://dwd3.blogspot.com/2007/12/mudei-de-idia-para-palestra-no-ewd.html">blog do próprio Luli</a>. Para fazer download dos slides da apresentação clique na imagem acima.</p>
<p>Professor da USP há mais de uma década, sabe como ninguém entreter uma platéia e ainda arrancar risos [e também gargalhadas]. Me agradam as constatações pés-no-chão que ele faz, por exemplo: <em>&#8220;Qual a diferença entre o Faustão na TV analógica e na TV Digital? Você por acaso vai querer interagir com o Faustão?&#8221;</em> Comentando que ocorre uma grande mudança do ponto de vista técnico, mas a qualidade vai continuar a mesma com a televisão digital.</p>
<p>A função de saber o que usar, como criar é função do <strong>designer</strong>, não do cliente. O cliente não precisa de noção, ele tem dinheiro e te paga pra fazer o que deve ser feito. [Aqui cabe a citação do Michel Lent sobre experts trabalhando no cliente, que pode fazer a relação entre cliente e fornecedor ainda mais rica].</p>
<p><strong>Você merece atenção?</strong></p>
<p>Com essa frase começou num novo tópico a falar de como pode ser feito o design, quantas camadas ainda existem fora do design gráfico, como design de informação, de interação, conteúdo, objetivos, especificações técnicas e hoje a maior parte do trabalho é focada somente nos elementos visuais, com uma grande área deixando de ser explorada.</p>
<p>Por último definiu o design como 3 coisas:</p>
<p>1) Desenho<br />
uma cara, linguagem. Pessoas são cegas visualmente, deixam de fazer desenhos aos 7 anos para começar a só ler. <a title="As cores que o executivo vê. Por Luli Radfahrer" href="http://dwd3.blogspot.com/2007/10/as-cores-que-o-executivo-v.html">Um executivo é um bom exemplo</a>.</p>
<p>2) Projeto<br />
resultados. Justificar o investimento.</p>
<p>3) Desígnio<br />
objetivo. Se o design consegue essas coisas todas se torna um bom design.<br />
bom design = invisível. deixa a impressão de algo bem feito.<br />
mau design = &#8216;pobrema&#8217; &#8211; quase sempre perceptível</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Mais sobre o evento: <a title="ViuIsso por Michel Lent" href="http://www.viuisso.com.br/2007/12/09/12%c2%ba-ewd-sao-paulo-2/">ViuIsso?</a>, <a title="René de Paula" href="http://blogs.msdn.com/renedepaula/archive/2007/12/08/direto-do-encontro-de-webdesign.aspx">René de Paula</a></p>
<img src="http://www.designcoletivo.com/a57de338/CCBot/1.0 (+http://www.commoncrawl.org/bot.html).gif" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Resenha &#8211; InterCon 2007</title>
		<link>http://www.designcoletivo.com/eventos/resenha-intercon-2007/</link>
		<comments>http://www.designcoletivo.com/eventos/resenha-intercon-2007/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Oct 2007 14:21:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camilo Oliveira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Estivemos presentes na edição de sábado do InterCon 2007. Abaixo uma foto do auditório. Primeiro um coffee break e o credenciamento dos visitantes. Depois o Tiago Baeta (diretor do iMasters) fez a abertura do evento e passou a palavra a Luli Radfahrer, que foi o entrevistador do evento. &#8211; Hi. I´m a Mac Foi sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estivemos presentes na edição de sábado do InterCon 2007. Abaixo uma foto do auditório.</p>
<p><a title="Auditório do Intercon - Clique para ver mais fotos no Flickr" href="http://flickr.com/photos/fseixas/1779352799/"><img src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2007/10/intercon2.jpg" alt="Auditório do Intercon" /></a></p>
<p>Primeiro um coffee break e o credenciamento dos visitantes. Depois o Tiago Baeta (diretor do iMasters) fez a abertura do evento e passou a palavra a <a title="Luli Radfahrer" href="http://dwd3.blogspot.com/">Luli Radfahrer</a>, que foi o entrevistador do evento.</p>
<p><em> &#8211; Hi. I´m a Mac</em></p>
<p>Foi sua primeira frase, tirando risos de toda a platéia. Fez a introdução e abriu para os primeiros palestrantes do dia, <a title="Cris Dias Weblog" href="http://www.crisdias.com/">Cris Dias</a>, <a title="Brainstorm #9" href="http://www.brainstorm9.com.br/">Carlos Merigo</a>, <a title="Fábio Seixas" href="http://blog.fabioseixas.com.br/">Fabio Seixas</a> e <a title="CarreiraSolo.org" href="http://carreirasolo.org/">Mauro Amaral</a>, que gravaram o Braincast #10 ao vivo. Uma bela &#8216;despalestra&#8217; que contou com a intervenção do Luli e de algumas pessoas que estavam assistindo.</p>
<p><strong>Braincast</strong></p>
<p>Falaram de ferramentas, sobre blogs, do <a href="http://twitter.com">twitter</a> (que rolou solto no evento, inclusive na hora das palestras, incentivado até pelos palestrantes), ferramenta onde montamos nossas próprias salas de chat, filtrando o conteúdo que desejamos.</p>
<p><a title="Braincast# 10 no InterCon 2007" href="http://flickr.com/photos/luizyassuda/1783204057/"><img src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2007/10/braincast2.jpg" alt="Braincast# 10 no InterCon 2007" /></a></p>
<p>Em relação a blogs o mais legal foi falarem da credibilidade adquirida através dos blogs. O Cris Dias, por exemplo, só vê o sucesso do <a title="Vilago - Hospedagem" href="http://www.vilago.com.br/">Vilago</a> (sua empresa de hospedagem) através da eficiênciaque atingiu no seu blog. O <a title="Fechatag" href="http://blog.elcio.com.br/">Elcio</a> e o <a title="Diego Eis" href="http://diegoeis.com/">Diego Eis</a> são outro exemplo. O <a title="Padrões Web" href="http://www.tableless.com.br">Tableless</a> é referência em padrões web no Brasil e isso possibilitou a criação da <a title="Visie - Padrões Web" href="http://visie.com.br">Visie</a>, que é a empresa na qual eles dão treinamentos e ganham dinheiro com isso. Ou seja, o blog pode não ser a fonte direta de renda, mas é o que possibilita e te credencia a ter sucesso em outras coisas.</p>
<p>Publicidade, Adwords, vídeo, banners, Adsense e até Second Life foram outras citações.</p>
<p><span style="text-decoration: line-through;">Quando o episódio for lançado você poderá fazer o download e conferir na íntegra. Eu gravei as palestras em mp3, mas preciso editar (volume, barulhos) e pedir a autorização pra publicar. Creio que não seja problema, mas é um passo necessário.</span></p>
<p>Podcast disponível para download: <a title="Braincast #9 | Episódio 10" href="http://www.brainstorm9.com.br/2007/11/27/braincast-9-episodio-10-intercon-2007/">Braincast #9 | Episódio 10</a></p>
<p><object classid="clsid:02bf25d5-8c17-4b23-bc80-d3488abddc6b" width="100" height="100" codebase="http://www.apple.com/qtactivex/qtplugin.cab#version=6,0,2,0"><param name="autoplay" value="false" /><param name="name" value="Braincast #9 | Episódio 10" /><param name="src" value="http://odeo.com/show/17371373/4/download/Braincast9_Episdio10InterCon2007.mp3" /><embed type="video/quicktime" width="100" height="100" src="http://odeo.com/show/17371373/4/download/Braincast9_Episdio10InterCon2007.mp3" name="Braincast #9 | Episódio 10" autoplay="false"></embed></object></p>
<p><strong>Pedro Venturini &#8211; Itaú</strong></p>
<p>2ª palestra do dia. Bateu e reforçou que a marca é o principal ativo de uma empresa, o pano de fundo para qualquer negócio.</p>
<p>Questionado sobre a importância da internet para os bancos e o pouco investimento feito por eles nessa mídia, respondeu que os bancos estão ligados na internet sim, porém outros canais ainda têm representabilidade maior, não somos a maior parte do bolo. O dia que convencerem o pessoal da grana que vale a pena investir na internet e mostrarem isso com números, não haverá mais motivo esperar.</p>
<p><strong>Marcelo Póvoa e José Luiz Venturini &#8211; MPP Solutions<br />
</strong></p>
<p>O título da palestra foi &#8220;Negócios 2.0&#8243;, falaram um histórico da internet, muitos números, estatísticas, cases&#8230; Não foi nada animadora, um pouco de mais do mesmo (que já vemos todos os dias), pouco produtiva, uma boa parte do pessoal até saiu do auditório e ficou conversando lá fora. Parece que a impressão do público estava errada, claro que nós sabemos o que é a Wikipedia, a usamos todos os dias, típico de uma palestra de 2004. O fato de eles terem falado que não eram palestrantes até que amenizou um pouco. Mas de positivo podemos destacar alguns detalhes que convivemos todos os dias, porém não percebemos. A convergência entre mídias é fruto da distribuição de conteúdo em múltiplos canais e isso é possível porque a produção de informação se multiplicou assustadoramente. Se produziu mais conteúdo nos últimos tempos (não tenho o dado preciso em anos) do que havia sido produzido em toda a história. Justificar o investimento do seu cliente é sua grande missão, para que ele volte a investir. Se não houver retorno ou algo que o anime a investir novamente, ele não te procurará mais. Falaram também que a web do Brasil não perde em nada para a européia, mas anda atrás da norte-americana.</p>
<p><strong>Sergio Mugnaini &#8211; AlmapBBDO </strong></p>
<p>A palestra do diretor de criação da Almap foi a melhor do dia, deu a sensação de ter valido realmente a pena. O tema foi: <em>Convergência de mídias e o novo consumidor</em>.</p>
<p>Mostrou cases muito conhecidos da Almap. Falou que a parte online e offline trabalham juntos, no mesmo espaço físico, o que foi conseguido depois de muito esforço e que possibilita um trabalho melhor de todos os setores (criação, atendimento, mídia).</p>
<p>Lançamento do Audi A3 com montagem das peças do carro num stand na rua, com hotsite e banners nos portais mostrando a montagem ao vivo, além de fotos diárias e atualizadas em jornais e revistas. A ação foi planejada estrategicamente para acontecer alguns dias antes do Salão do Automóvel, para onde o carro seguiu após estar montado.</p>
<p><a title="Links para trabalhos da Almap BBDO - foto de Lucia Freitas no Flickr" href="http://flickr.com/photos/lufreitas/1783401746/"><img src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2007/10/mugnaini1.jpg" alt="Links para trabalhos da Almap BBDO - foto de Lucia Freitas no Flickr" /></a></p>
<p>Verdades sobre o Gol, para a Volkswagen aproveitou o mito Chuck Norris, muito difundido na internet, para promover o carro mais vendido dos últimos anos. Integração com usuários, que também enviavam verdades, onde as mais legais eram produzidas pela agência e veiculadas, para alegria imensa de quem enviava.</p>
<p>Para a Pepsi, usaram o Air Guitar, numa solução barata, usando uma simples webcam e mostrando que é possível criar uma campanha criativa gastando pouco. Basta ter inteligência.</p>
<p>E mais cases da Panamericana, Greenpeace, Pepsi, Twix (chocolate+caramelo+biscoito) e o comercial do novo Golf, parodiando o filme Forest Gump, que foi uma coisa muito bem feita. Concluiu a palestra</p>
<p>Assim que puder ir liberando as gravações que fiz, atualizo este post.</p>
<p>Yassuda comentou sobre o Intercon: <a title="Post de Luiz Yassuda" href="http://yassuda.org/blog/2007/10/29/intercon-2007-a-digestao/">Intercon 2007: a digestão</a></p>
<p>Fábio Seixas também: <a title="Fábio Seixas versão txt" href="http://blog.fabioseixas.com.br/archives/2007/10/intercon_2007_1.html">InterCon 2007</a></p>
<p><strong>[atualizando] </strong></p>
<p>Luli Radfahrer &#8211;  <a title="Luli Radfahrer" href="http://dwd3.blogspot.com/2007/10/imasters-intercon-2007.html">iMasters InterCon 2007</a><br />
Alexandre Fugita &#8211; Techbits &#8211; <a title="Techbits: Twitter" href="http://www.techbits.com.br/2007/10/29/twitter-ferramenta-de-flashmob/">Twitter, ferramenta de flashmob</a></p>
<p>Updates do pessoal que publicou no #intercon no twitter  &#8211; <a title="Updates do twitter" href="http://pomoti.com/lista_intercon/">http://pomoti.com/lista_intercon/</a> &#8211; tem updates meus lá @camilooliveira, ou confira diretamente no <a href="http://twitter.com/camilooliveira">meu twitter</a></p>
<p>Outras fotos do evento clique abaixo:</p>
<p><a title="Mais fotos do InterCon no Flickr" href="http://flickr.com/search/?q=intercon2007&amp;w=all&amp;s=int"><img src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2007/10/fotos_intercon.jpg" alt="Mais fotos do InterCon no Flickr" /></a></p>
<img src="http://www.designcoletivo.com/a57de338/CCBot/1.0 (+http://www.commoncrawl.org/bot.html).gif" />]]></content:encoded>
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		<title>O momento da criação</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Oct 2007 11:57:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camilo Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[Referências]]></category>
		<category><![CDATA[agencias]]></category>
		<category><![CDATA[photoshop]]></category>
		<category><![CDATA[processo]]></category>

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		<description><![CDATA[O Rafael já escreveu aqui sobre o processo de criação, onde fala sobre referências, estilo e faz uma introdução sobre esse processo. O que vou abordar neste texto é sobre o momento em que isso acontece. Seja quando você recebe o briefing daquele job ou o momento posterior à reunião com o cliente, onde começará [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Rafael já escreveu aqui sobre o <a title="Leia o texto: Processo de criação" href="http://www.designcoletivo.com/archives/processo-de-criacao/">processo de criação</a>, onde fala sobre referências, estilo e faz uma introdução sobre esse processo.</p>
<p>O que vou abordar neste texto é sobre o momento em que isso acontece. Seja quando você recebe o briefing daquele job ou  o momento posterior à reunião com o cliente, onde começará a pensar nos diferenciais daquele projeto.</p>
<p>As informações estão ali no papel (ou no documento na tela) e sua cabeça está começando a pensar em diversas coisas. <strong>Não abra o Photoshop!</strong> Mantenha-se concentrado na idéia, desviar a atenção para o computador ou qualquer outra coisa pode fazer com que você se desconcentre, o momento da criação é anterior à execução ou produção dessa idéia.</p>
<p>Pegue um papel e um lápis ou abra um editor de texto (como o Bloco de Notas) e comece a colocar resumidamente o que haverá de ser feito. Isso vale para um cartaz, flyer, banner ou até um site inteiro.</p>
<p>Organize as informações e defina a hierarquia delas para facilitar o processo. Depois, baseado no tipo de trabalho que será feito, pense em que conceito haverá ali. Se será algo formal ou mais ousado, pra quem será direcionado (target ou público-alvo) e anote. Há dezenas de outras coisas que também são pensadas aqui, mas nos aprofundaremos isso mais para o futuro, prometo!</p>
<p>Depois de ter a parte &#8216;suja&#8217; do trabalho definida aí sim a criatividade começa a aparecer. Você vai pensar em que efeitos, tecnologias poderia usar, sempre se baseando no conceito que havia definido anteriormente. Se você falhar em algum desses pontos, a chance do trabalho dar errado cresce, mas nunca é tarde pra começar de novo.</p>
<p>E aí que entra a referência e o exercício de exploração dessas referências (como comentei no meu <a href="http://www.designcoletivo.com/archives/ilustracao-vetorial-tendencia/">outro post</a>) e onde aumentamos nosso poder criativo.</p>
<p>Depois dessas etapas, o conceito criativo da composição a ser montada estará concluído. Se você tiver a oportunidade de aprovar essa parte com alguém seria interessante, principalmente no caso de ela ser reprovada, onde o tempo &#8216;perdido&#8217; seria menor.</p>
<p>Esse processo é mais longo do que o comum, ou que você atualmente faz, porém não necessariamente tão mais demorado e o hábito do planejamento fará demorar cada vez menos.</p>
<p>Isso tudo sem abrir o programa, seja ele o Photoshop, Illustrator, InDesign ou Flash, entre outros.</p>
<p>Caso esteja pensando que o tempo gasto na elaboração de tudo isso vá afetar sua produtividade, está enganado, pelo contrário, só fará sua cabeça trabalhar mais rápido, além de que com todas as frentes do trabalho bem elaboradas, a chance de dar errado é bem menor. E haverá o reconhecimento do diferencial do seu trabalho, um significado autêntico e não uma <a title="Leia o texto: Morte aos papagaios" href="http://www.designcoletivo.com/archives/morte-aos-papagaios/">repetição</a> do que já é feito.</p>
<p>Depois, abra o software e só EXECUTE o trabalho, aproveitando as facilidades que a computação gráfica proporciona (o céu é o limite nas últimas versões dos programas gráficos), depois é só correr pro abraço.</p>
<p>Talvez você já execute esse processo e nem perceba, mas o ideal é que isso seja feito <strong>conscientemente</strong>, senão não há aprendizado.</p>
<p>No dia-a-dia na agência, ou da empresa, ou mesmo como freelancer, é bem possível que as ocasiões onde você será o responsável pela criação não aconteçam todo dia, mas quando isso acontecer, esteja preparado.</p>
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