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	<title>Design Coletivo &#187; flow</title>
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	<description>O Design Coletivo é formado por 8 designers, interessados em criação de conteúdo relevante sobre design e seu reflexo no mercado, além do estímulo do debate nos assuntos referentes à area.</description>
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		<title>Ok, conteúdo importa. Mas e a forma?</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Nov 2008 22:43:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camilo Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conceitos]]></category>
		<category><![CDATA[estética]]></category>
		<category><![CDATA[expressão]]></category>
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		<description><![CDATA[Conteúdo sim, importa. Sua mensagem precisa ser relevante. Para o público (target) que você pretende atingir principalmente, e se possível, claro o suficiente para quem não faz parte dele, mas porventura poderia fazer. Para quem não tem nada para falar, mascarar conteúdo fraco com uma boa aparência é matar a mais importante função do design, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conteúdo sim, importa. Sua mensagem precisa ser relevante. Para o público<em> (target)</em> que você pretende atingir  principalmente, e se possível, claro o suficiente para quem não faz parte dele, mas porventura poderia fazer. Para quem não tem nada para falar, mascarar conteúdo fraco com uma boa aparência é matar a mais importante função do design, que é <strong>expressão</strong>. Se algo não tem força, o que pode ser expressado? No máximo técnicas já carimbadas ou clichês temporários. Outras vezes o problema tem relação com o espaço. Você precisa de 15 linhas ou 20 centímetros para passar sua mensagem, mas acaba com  menos ou mais espaço que o necessário. Quando de acontecer menos, vai a técnica em readequar informações e manter o que é estritamente necessário, quando ocorre o contrário, vem a famosa encheção de lingüiça.</p>
<p>Outro dia discutimos na lista ArqHP (<a title="ArqHP - SWF em e-mail" href="http://groups.google.com/group/arqhp/browse_thread/thread/79c50aabb8531f42#">SWF em e-mail</a> e <a title="ArqHP - Tableless em e-mails" href="http://groups.google.com/group/arqhp/browse_thread/thread/11507f0e7e7e6bc8#">Tableless em e-mails</a>), sobre a necessidade de layouts e artefatos imagéticos em malas diretas/newsletters. Entendo a preocupação de uma parte da lista com a questão da importância das mensagens disparadas e a maquiagem do conteúdo, como falei acima, mas infelizmente diversas delas continuarão a serem enviadas e exigirão de nós apertar o botão apagar. Acho que alguma estilização é necessária, de modo a convencer o seu destinatário a ter alguma reação, seja clicar, comprar, pesquisar ou mesmo se interessar pelo assunto. Caímos também na questão técnica sobre o protocolo HTTP, mas nossa conversa aqui vai ficar mesmo na relevância.</p>
<p>O modo de texto é incrivelmente eficiente e funciona há séculos. Um site sem formatação é claramente possível de ser lido. Mas o que se perde com isso?</p>
<blockquote><p>Na minha opinião: <strong>experiência, o tal do <a title="Projetando para imersão - A List Apart" href="http://www.alistapart.com/articles/designingforflow">flow</a>, a imersão</strong>.</p></blockquote>
<div id="attachment_475" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2008/11/imagem_como_tipografia.jpg"><img class="size-medium wp-image-475" title="Tipografia aplicada usando imagens" src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2008/11/imagem_como_tipografia-300x214.jpg" alt="" width="300" height="214" /></a><p class="wp-caption-text">Forma como conteúdo - tipografia aplicada usando imagens</p></div>
<p>Se design é comunicação, expressão, ele precisa ou interagir com o conteúdo que carrega, reforçando-o ou até mesmo contradizendo-o. No caso da forma ser o próprio conteúdo ter um peso que se sustente nessa comunicação, a apresentação visual precisa ser contundente. Quando a forma manda no conteúdo, ou <strong>é</strong> o próprio conteúdo, a composição visual abre espaço para uma interpretação diferente de cada um que o observa, tornando-a mais interessante.</p>
<p>É praxe vermos acontecer o contrário descrito aqui (e que é a nossa opinião também), mas só seria diferente se houver posicionamento nosso. E qual é a importância do design que você faz? Ele procura ter significado ou é só coadjuvante dentro do contexto que participa?</p>
<p>Este post tem a intenção de fazer pensar. A gente quebrou a cabeça e debateu vários dias antes de subir, o que fez com que prestássemos atenção em fatores importantes do nosso trabalho e que estavam ficando em 2º plano, e queremos que tenha algum efeito em você, mesmo se for pra discordar e achar que só estamos falando bobeira. E se achar que estamos, por favor, comente e nos avise <img src='http://www.designcoletivo.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<img src="http://www.designcoletivo.com/a57de338/CCBot/1.0 (+http://www.commoncrawl.org/bot.html).gif" />]]></content:encoded>
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		<title>Resenha: Design para a Internet. Projetando a Experiência Perfeita &#8211; Felipe Memória</title>
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		<pubDate>Sat, 31 May 2008 03:30:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camilo Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[flow]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>
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		<description><![CDATA[Livro obrigatório para quem trabalha com web, até demorei para separá-lo para ler. O autor, Felipe Memória, diz que o livro é sobre &#8220;pontos importantes que devemos pensar na hora de projetar produtos de internet&#8221;. Apesar de parecer um pouco impessoal, acho essa descrição importante por falar de `produtos de internet`, e não somente de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-321" title="Experiência Perfeita" src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2008/06/livro1.jpg" alt="Design para a Internet - Projetando a Experiência Perfeita" width="269" height="382" /></p>
<p>Livro obrigatório para quem trabalha com web, até demorei para separá-lo para ler. O autor, <a title="Felipe Memória" href="http://www.fmemoria.com.br/">Felipe Memória</a>, diz que  o livro é sobre &#8220;pontos importantes que devemos pensar na hora de projetar produtos de internet&#8221;. Apesar de parecer um pouco impessoal, acho essa descrição importante por falar de `produtos de internet`, e não somente de websites. Não trata de um guia prático de produção de sites, e solução de problemas corriqueiros, a discussão é mais ampla.</p>
<p>Memória também criou um site que é focado no livro, <a title="Experiência Perfeita.org" href="http://www.experienciaperfeita.org/portal/livro_index.asp">experienciaperfeita.org</a> funcionando com um complemento do livro, com correção de alguns erros na publicação e principalmente material extra. Conta também com um <a title="ExperiênciaPerfeita - Home daqueles que pensam além da boa usabilidade" href="http://www.experienciaperfeita.org/">blog</a>, atualizado esporadicamente por mais 2 pessoas além dele.</p>
<p>O primeiro capitulo do livro fala um pouco sobre como era praticado o desenvolvimento para internet no início e reforça a importância de profissionais com conhecimentos em diferentes áreas do processo, que juntos podem tomar decisões melhores, considerando melhor cada disciplina envolvida, como exemplificado no gráfico abaixo, que reproduzo do livro.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-320" title="User centered design" src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2008/05/user-centered-design.jpg" alt="Design centrado no usuário" width="350" height="301" /></p>
<p>&#8212;</p>
<p>Depois fala um pouco sobre a <a title="ideo.com" href="http://www.ideo.com/ideo.asp">Ideo</a>, empresa que projetou o primeiro mouse da Apple (não admiro os mouses Apple, mas na época, mouses ainda não existiam) e sobre o processo de criação que a Ideo adota, bem interessante. O próximo case é da reformulação do site da <a title="BBC - Homepage" href="http://www.bbc.co.uk/">BBC</a>, que desejava criar o que eles chamaram de uma <strong>&#8220;alma&#8221; para o site</strong>. O resultado foi satisfatório, mas o mais importante para o aprendizado é a descrição do processo de desenvolvimento.  O ponto principal do capítulo é a profissionalização da profissão.</p>
<p>O segundo capítulo fala sobre <strong>experiência do usuário</strong> (assunto que pretendo abordar em breve aqui no Design Coletivo). Navegação, formatação e padronização dos elementos da interface são fatores que devem ser cuidadosamente projetados para que o site não seja uma coisa confusa de usar. A maioria dos cases do capítulo são da Globo.com, onde Memória trabalhava na época, e detalham o desenvolvimento de diversos sites dentro do portal. Fala também da importância de uma consistência entre todos os sites, de modo que o usuário precise aprender uma vez só a navegar. Fecha o capítulo falando da biblioteca de elementos de interface do Yahoo! (<a title="Biblioteca de elementos de interface do Yahoo!" href="http://developer.yahoo.com/yui/">Yahoo! User Interface Library</a>), que centralizou tudo que as equipes de design criava e pesquisava, para unificar a identidade dos produtos desenvolvidos pelo Yahoo! e hoje é um sucesso.</p>
<p><strong>Testes de usabilidade</strong> são o assunto do terceiro capítulo. Com a crescente profissionalização da profissão de designer interativo, já não havia mais motivo para que o que Memória chamou de &#8220;política de tentativa e erro&#8221;, com as soluções projetadas com base no achismo, sem preocupação com usabilidade.</p>
<p>O primeiro exemplo é de um teste do modelo acadêmico, realizado no site do Banco Central, que procura testar um elemento da interface, neste caso, os breadcrumbs (<a title="Caminhos de migalhas de pão - Fator W" href="http://fatorw.com/2005/12/26/os-caminhos-de-migalhas-de-pao/">ou migalhas de pão</a>). A aplicação foi feita no site do Big Brother Brasil 5.</p>
<p>O segundo teste é do modelo de mercado, feito dentro da Globo.com para o produto Globo Media Center (atual <a title="Globo Vídeos" href="http://gmc.globo.com/">Globo Vídeos</a>). Na ocasião do segundo teste a verba era curta, os usuários que participaram eram assinantes da Globo.com e o modelo foi escolhido também em função da verba. Saída interessante para uma ocasião restritiva (e também pensar que mesmo em grandes empresas existe orçamento apertado).</p>
<p>Fluidez (ou <a title="Designing for Flow - A List Apart" href="http://www.alistapart.com/articles/designingforflow">flow</a>) e a imersão do usuário numa interface pautam o 4º e último capítulo de conteúdo do livro (o 5º capítulo faz um resumão dos outros). <a title="Use It - Jakob Nielsen" href="http://www.useit.com/">Jakob Nielsen</a> diz que conteúdo é rei. Felipe Memória quer expandir e definir o conceito de conteúdo. Não só texto, não só graficos, mas a reunião destes e outros fatores em harmonia, adicionando também o conceito de comunidades (onde diz que a qualidade visual e facilidade de uso não são o primeiro fundamentais para o sucesso de uma comunidade), que chegam num resultado de satisfação de uso num site e cita dois cases (<a title="Orkut" href="http://www.orkut.com/">Orkut</a> e <a title="Hattrick" href="http://www.hattrick.org/Common/default.asp">Hattrick</a>) como exemplos de sua argumentação.</p>
<p>A narrativa do livro é gostosa de ler, se assemelha a uma conversa, sem querer ditar regras, atingindo sua proposta de discutir questões relativas a projetos de Internet.</p>
<p><strong>Compre o livro:</strong> R$ 56,50 no <a title="Submarino Livros" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1073596&amp;franq=102414">Submarino</a> ou na <a title="Saraiva - Livros" href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=189018&amp;PAC_ID=6297">Saraiva</a>.</p>
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