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	<title>Design Coletivo &#187; webdesign</title>
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	<description>O Design Coletivo é formado por 8 designers, interessados em criação de conteúdo relevante sobre design e seu reflexo no mercado, além do estímulo do debate nos assuntos referentes à area.</description>
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		<title>Ok, conteúdo importa. Mas e a forma?</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Nov 2008 22:43:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camilo Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conceitos]]></category>
		<category><![CDATA[estética]]></category>
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		<description><![CDATA[Conteúdo sim, importa. Sua mensagem precisa ser relevante. Para o público (target) que você pretende atingir principalmente, e se possível, claro o suficiente para quem não faz parte dele, mas porventura poderia fazer. Para quem não tem nada para falar, mascarar conteúdo fraco com uma boa aparência é matar a mais importante função do design, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conteúdo sim, importa. Sua mensagem precisa ser relevante. Para o público<em> (target)</em> que você pretende atingir  principalmente, e se possível, claro o suficiente para quem não faz parte dele, mas porventura poderia fazer. Para quem não tem nada para falar, mascarar conteúdo fraco com uma boa aparência é matar a mais importante função do design, que é <strong>expressão</strong>. Se algo não tem força, o que pode ser expressado? No máximo técnicas já carimbadas ou clichês temporários. Outras vezes o problema tem relação com o espaço. Você precisa de 15 linhas ou 20 centímetros para passar sua mensagem, mas acaba com  menos ou mais espaço que o necessário. Quando de acontecer menos, vai a técnica em readequar informações e manter o que é estritamente necessário, quando ocorre o contrário, vem a famosa encheção de lingüiça.</p>
<p>Outro dia discutimos na lista ArqHP (<a title="ArqHP - SWF em e-mail" href="http://groups.google.com/group/arqhp/browse_thread/thread/79c50aabb8531f42#">SWF em e-mail</a> e <a title="ArqHP - Tableless em e-mails" href="http://groups.google.com/group/arqhp/browse_thread/thread/11507f0e7e7e6bc8#">Tableless em e-mails</a>), sobre a necessidade de layouts e artefatos imagéticos em malas diretas/newsletters. Entendo a preocupação de uma parte da lista com a questão da importância das mensagens disparadas e a maquiagem do conteúdo, como falei acima, mas infelizmente diversas delas continuarão a serem enviadas e exigirão de nós apertar o botão apagar. Acho que alguma estilização é necessária, de modo a convencer o seu destinatário a ter alguma reação, seja clicar, comprar, pesquisar ou mesmo se interessar pelo assunto. Caímos também na questão técnica sobre o protocolo HTTP, mas nossa conversa aqui vai ficar mesmo na relevância.</p>
<p>O modo de texto é incrivelmente eficiente e funciona há séculos. Um site sem formatação é claramente possível de ser lido. Mas o que se perde com isso?</p>
<blockquote><p>Na minha opinião: <strong>experiência, o tal do <a title="Projetando para imersão - A List Apart" href="http://www.alistapart.com/articles/designingforflow">flow</a>, a imersão</strong>.</p></blockquote>
<div id="attachment_475" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2008/11/imagem_como_tipografia.jpg"><img class="size-medium wp-image-475" title="Tipografia aplicada usando imagens" src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2008/11/imagem_como_tipografia-300x214.jpg" alt="" width="300" height="214" /></a><p class="wp-caption-text">Forma como conteúdo - tipografia aplicada usando imagens</p></div>
<p>Se design é comunicação, expressão, ele precisa ou interagir com o conteúdo que carrega, reforçando-o ou até mesmo contradizendo-o. No caso da forma ser o próprio conteúdo ter um peso que se sustente nessa comunicação, a apresentação visual precisa ser contundente. Quando a forma manda no conteúdo, ou <strong>é</strong> o próprio conteúdo, a composição visual abre espaço para uma interpretação diferente de cada um que o observa, tornando-a mais interessante.</p>
<p>É praxe vermos acontecer o contrário descrito aqui (e que é a nossa opinião também), mas só seria diferente se houver posicionamento nosso. E qual é a importância do design que você faz? Ele procura ter significado ou é só coadjuvante dentro do contexto que participa?</p>
<p>Este post tem a intenção de fazer pensar. A gente quebrou a cabeça e debateu vários dias antes de subir, o que fez com que prestássemos atenção em fatores importantes do nosso trabalho e que estavam ficando em 2º plano, e queremos que tenha algum efeito em você, mesmo se for pra discordar e achar que só estamos falando bobeira. E se achar que estamos, por favor, comente e nos avise <img src='http://www.designcoletivo.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<img src="http://www.designcoletivo.com/a57de338/CCBot/1.0 (+http://www.commoncrawl.org/bot.html).gif" />]]></content:encoded>
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		<title>DC de cara nova!</title>
		<link>http://www.designcoletivo.com/design-coletivo/dc-de-cara-nova/</link>
		<comments>http://www.designcoletivo.com/design-coletivo/dc-de-cara-nova/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 May 2008 14:57:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klaibert Miranda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[Design Coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
		<category><![CDATA[layout]]></category>
		<category><![CDATA[webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[[update 2] Problema corrigido. [update] Descobrimos onde está o erro, até amanhã de tarde estará ok. &#8212;&#8211; Passados oito meses da estréia do Design Coletivo, estamos com nosso novo visual no ar, claro que ainda não está 100% funcional afinal, mesmo após muitos testes sempre aparece algo que precisa ser corrigido (hoje por exemplo detectamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><strong>[update 2]</strong></p>
<p class="MsoNormal">Problema corrigido.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong>[update]</strong></p>
<p class="MsoNormal">Descobrimos onde está o erro, até amanhã de tarde estará ok.</p>
<p class="MsoNormal">&#8212;&#8211;</p>
<p class="MsoNormal">Passados oito meses da estréia do Design Coletivo, estamos com nosso <strong>novo visual</strong> no ar, claro que ainda não está 100% funcional afinal, mesmo após muitos testes sempre aparece algo que precisa ser corrigido <span style="text-decoration: line-through;">(hoje por exemplo detectamos problemas com os comentários)</span> (comentários arrumados <img src='http://www.designcoletivo.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> ).</p>
<p class="MsoNormal">Todo o processo para a criação desta nova roupagem levou cerca de cinco meses e foi um verdadeiro exercício prático de trabalho em equipe, afinal nunca é fácil (lê-se possível) agradar todos os membros de um grupo com opiniões e idéias bem diferentes.</p>
<p class="MsoNormal">Nas diversas reuniões realizadas, foram discutidos o posicionamento da equipe, novos objetivos, o cenário atual da web no Brasil e a partir destas respostas fomos nos aprofundando no assunto para chegar à parte visual, quais elementos deveriam entrar ou sair da interface, o que funcionava e o que não estava tão claro assim para os visitantes, cores, resolução do monitor, logotipo, tipografia, formas de exibição do conteúdo e todas as outras variáveis que constituem o projeto visual apresentado.</p>
<p class="MsoNormal">Esperamos que gostem da nova proposta visual e mais do que nunca, <strong>participem</strong> ativamente desta nova fase do Design Coletivo comentando, sugerindo temas, eventos, debatendo e aprofundando os assuntos aqui iniciados.</p>
<p class="MsoNormal">Aproveitamos para agradecer a todos aqueles que nos acompanham e também para convidá-los a assinarem nosso <a href="http://feeds.feedburner.com/designcoletivo">RSS</a> e espalharem a novidade pela rede afinal, <strong>nosso Design é Coletivo!</strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong>Equipe Design Coletivo</strong></p>
<img src="http://www.designcoletivo.com/a57de338/CCBot/1.0 (+http://www.commoncrawl.org/bot.html).gif" />]]></content:encoded>
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		<title>12° Encontro de Web Design em São Paulo</title>
		<link>http://www.designcoletivo.com/design-coletivo/encontro-de-web-design-em-sao-paulo/</link>
		<comments>http://www.designcoletivo.com/design-coletivo/encontro-de-web-design-em-sao-paulo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 11:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camilo Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[agencias]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois do iMasters Intercon 2007, estivemos no 12° Encontro de Web Design, promovido pela Arteccom, que neste ano passou por diversas capitais do país e encerrou o circuito em São Paulo. A escolha dos palestrantes foi adequada, pessoas com perfis diferentes e que até discordavam um do outro em suas apresentações. Eram eles: Michel Lent [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois do iMasters Intercon 2007, estivemos no 12° Encontro de Web Design, promovido pela Arteccom, que neste ano passou por diversas capitais do país e encerrou o circuito em São Paulo.</p>
<p><img src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2007/12/dsc04582_thumb.jpg" alt="Suzana Apelbaum e Michel Lent" /></p>
<p>A escolha dos palestrantes foi adequada, pessoas com perfis diferentes e que até discordavam um do outro em suas apresentações. Eram eles:</p>
<ul>
<li><a title="Michel Lent" href="http://www.viuisso.com.br/">Michel Lent</a> &#8211; <a title="10'Minutos Interactive" href="http://www.10minutos.com.br/">10&#8242;Minutos Interactive</a><br />
Web 2.0 e as novas fronteiras da profissão</li>
<li><a href="http://www.hellointeractive.com.br/br/pt/home.asp">Suzana Apelbaum &#8211;  Hello, Interactive</a><br />
Verdades e mentiras da publicidade online</li>
<li><a title="Gringo" href="http://gringo.nu/">André Matarazzo &#8211; Gringo.nu</a><br />
O valor da originalidade no design para web</li>
<li><a title="Luli Radfahrer" href="http://dwd3.blogspot.com/">Luli Radfahrer &#8211; ECA-USP</a><br />
Resoluções para o ano que vem</li>
</ul>
<p>Os pontos negativos ficaram para:</p>
<ul>
<li><a title="Longe. Bem longe." href="http://www.arteccom.com.br/encontro/">localização do auditório</a>. Longe, muito longe. Difícil de chegar e de ir embora. Poderia ter sido no centro da cidade, ou senão na região da Avenida Paulista, ou qualquer lugar de fácil acesso. (ou com algum acesso)</li>
<li>pouco tempo de palestra (aproximadamente 1 hora). A Suzana e o Matarazzo tiveram que correr em certo ponto de suas palestras, atropelando algum conteúdo</li>
<li><a title="reclamando ao vivo do excesso de propaganda no twitter" href="http://twitter.com/camilooliveira/statuses/481471592">muita propaganda</a>. Num cenário onde todo mundo falava de uma nova exploração da propaganda aproveitando ao máximo a internet e que os filmes para TV são &#8216;quadrados&#8217; (como falou Suzana Apelbaum), houve um bom tempo ocupado com propagandas e videozinhos que passam na TV ou de empresas já conhecidas entre o público. Um espaço que poderia ser ocupado com conteúdo. Realmente essa parte foi bem chata.</li>
</ul>
<p><img src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2007/12/dsc04571_thumb1.jpg" alt="Auditório do EWD" /></p>
<p>Agora o conteúdo das palestras.</p>
<p>===============================================</p>
<p><strong>Michel Lent &#8211; </strong>Web 2.0 e as novas fronteiras da profissão</p>
<p>CCO da 10&#8242;Minutos, Michel falou sobre o que realmente mudou com essa nova etapa de serviços na internet, comparou o modelo tradicional com o novo modelo de publicidade e como pode ser explorada e mostrou alguns exemplos e cases bem sucedidos da agência a partir dessa mentalidade.</p>
<p>Algumas táticas para negociar com clientes, como por exemplo vender hotsites que virão com cada produto, ao invés de somente um site institucional, e aproveitando esses lançamentos para colocar mais alguns banners e palavras-chave na conta, gerando mais trabalho e dinheiro para quem faz o trabalho.</p>
<p>Slides da palestra</p>
<iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/197820" width="400" height="337" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe><br/><br/>
<p><strong>Eu mídia </strong>» O usuário quer se ver. E quer ver os outros.<br />
É por isso que o Big Brother, o orkut e blogs e fotologs são um sucesso. Se tornou a era das mini-celebridades. Dessa forma a agência não precisa mais criar o conteúdo, mas sim planejar e organizá-lo, de forma que os usuários sejam os responsáveis por essa criação. &#8220;Construa e eles virão&#8221;.</p>
<p>No case Borat, onde a agência fez o perfil oficial do personagem no orkut, a intenção era fazer com que as pessoas continuassem a falar do filme. Algumas vezes os recados eram respondidos, bem ao estilo Borat, a aproximação com quem gostou do filme se tornava ainda maior.</p>
<p>Para o sorteio de ingressos do show do U2 em São Paulo em 2006, criaram um estádio virtual onde cada pessoa se colocava dentro do estádio e concorria a um par de ingressos para o show da [ótima] banda. O estádio ficou lotado e a grande graça do site era conhecer cada pessoa que também estava ali dentro.</p>
<p>Ações para o lançamento do filme Garfield 2, duas ações para a Benq e o projeto Fanta Mundo, também com a participação do consumidor, era necessário um certo trabalho para a participação, mas que valia a pena porque foram bem planejadas, o que vai de encontro com outro ponto citado, de que quanto mais complexa a ação, menor o número de pessoas que vai participar, por isso é necessário um bom planejamento.</p>
<p>Michel encerrou sua palestra dando 5 conselhos para o público, bastante atento.</p>
<blockquote><p><strong>1) Teoria e conceito antes. Técnica e ferramenta depois.</strong><br />
Ou seja, a habilidade que você tem hoje, será superada daqui a alguns anos por alguém mais novo que você, é natural. Ele havia me dito isso numa conversa há algum tempo e é realmente verdade, por isso a base conceitual é importante.</p>
<p><strong>2) Existe vida além da agência, o cliente também precisa de experts.</strong><br />
Você pode entender tudo da sua área, mas às vezes não serve para trabalhar em agência. Não entre em crise, vá trabalhar no cliente e ajude o trabalho da agência fazendo seu chefe entender que esse negócio todo de publicidade online (por exemplo) pode sim dar um bom resultado.</p>
<p><strong>3) Clientes: Tratem seu fornecedor com carinho.</strong><br />
Quanto melhor for a relação entre os dois, mais prazer haverá no trabalho e os resultados serão os melhores possíveis.</p>
<p><strong>4) Jovens empresários: Errem primeiro com o dinheiro dos outros.</strong><br />
Por mais que você tenha espírito empreendedor e queira de qualquer jeito trabalhar por conta própria, considere a hipótese de ser funcionário antes de ser patrão, para que os possíveis erros que aconteçam te façam aprender como funciona e não errar novamente quando o seu dinheiro estiver em jogo</p>
<p><strong>5) A brincadeira está só começando.</strong><br />
Todo esse negócio é só o começo de muita coisa que virá. Quem souber se adaptar rapidamente e enxergar as fronteiras com inteligência poderá se tornar a referência.</p></blockquote>
<p>===============================================</p>
<p><strong>Suzana Apelbaum </strong>- Verdades e mentiras da publicidade online</p>
<p>Enumerou algumas questões e mostrou com pesquisas e trabalhos o que realmente acontece no mundo de propaganda na internet.</p>
<p>1 &#8211; A Internet não é mídia de nicho. A interpretação é que atinge uma enorme quantidade de pessoas, perdendo só para a televisão na questão de mídia de massa e é o único meio de penetração no horário de trabalho. As conversas de bar de hoje não falam só de matérias de noticiário ou escândalos de jornal, mas dos assuntos que acontecem ou começam na internet (como vimos o caso da Cicarelli, Katilce Miranda, comercial do Ronaldinho e as 4 bolas na trave).</p>
<p>2 &#8211; Internet não é coisa só de jovem. O público adulto é maioria (79% nos EUA e mais de 50% no Brasil). Até para games online a média de idade é 29 anos. Além de 38% de penetração na classe C.</p>
<p>3 &#8211; Limite para criação existe só na cabeça de quem cria. Ao contrário da TV, onde existem os 30 segundos, cronometrados, e você se vira nesse tempo. Mostrou a animação feita para o Fifa Street da Electronic Arts, onde o Ronaldinho Gaúcho saía do banner e interagia com os ícones de um desktop simulado na peça, muito bem feito.</p>
<p>4 &#8211; Interatividade é só o começo. E a internet pode ser explorada de muitas formas. Tem sua audiência própria, retém o público, oferece segmentação (menor dispersão, mais eficiência no target), excelente capacidade de medição de resultados (como nenhuma outra mídia), poder viral e infiltração da marca na vida das pessoas. A Internet reúne todas as mídias numa só, se tornando um espaço de convivência.</p>
<p>Suzana mostrou alguns banners e disse que a história que ninguém vê pop-up e o banner vai morrer é balela. [Sobre banners, os vejo todos os dias, acredito que existarão por um bom tempo, mas sobre os pop-ups, não lembro o que são há tempos]. A tendência seria <strong>envolvimento + relevância</strong>, com a propaganda parando de interromper o programa [conteúdo] a ser assistido ou acompanhado, mas participando do cotidiano desse consumidor. E se despediu afirmando que o que nunca muda é: <strong>O valor de uma idéia</strong>.</p>
<p>===============================================</p>
<p>André Matarazzo &#8211; O valor da originalidade no design para web</p>
<p>Trabalhou em algumas agências brasileiras e foi buscar experiência fora do país, na intenção de melhorar a qualidade dos seus trabalhos. Oferece para seus clientes hoje, o que ele chama de <strong>Advertainment, </strong>um tipo de propaganda ousada, arriscada e misturada com entretenimento. Afirmou que nunca entrega ao cliente um layout detalhado para aprovação, para que a idéia seja analisada, não a aparência, onde procurando descobrir o que é mais importante dentro da mensagem e trabalhando o conceito a partir disso.</p>
<p>A sua agência faz trabalhos de apresentação visual impecável, detalhada, perfeita, trabalhos &#8216;<em>cala-boca</em>&#8216;, como diz meu amigo Daniel, porém são sites muito pesados e lentos para carregar. Perguntado ao final da palestra se a conexão e máquina do usuário eram considerados na criação desses sites, Matarazzo riu e confirmou que isso não era tão relevante [o que eu discordo]. Eu, após chegar em casa, contando superficialmente o conteúdo do evento para o meu pai [usuário comum de internet], quando falei que um dos palestrantes fazia aqueles sites que ficavam carregando no início, ele respondeu categoricamente: &#8220;Ninguém merece&#8221;.</p>
<p>Depois apresentou vários trabalhos da Gringo e se perdeu entre mostrar seu trabalho e apresentar a palestra, chegando a pedir para os seus funcionários ficarem de pé e que o público os aplaudisse. Achei desnecessário, já que aquilo não era a entrega de prêmios e nem uma demonstração da qualidade da agência, mas uma palestra. Acho necessária a exibição de alguns trabalhos, como tentativa de reforçar os conceitos passados, mas quando essa mentalidade é desconsiderada, a apresentação vai perdendo o sentido.</p>
<p>===============================================</p>
<p><strong>Luli Radfahrer</strong> &#8211; Resoluções para o ano que vem</p>
<p><a title="PDF da palestra" href="http://www.luli.com.br/media/12EWDSPLULI.pdf"><img src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2007/12/luli.jpg" alt="luli.jpg" /></a></p>
<p>Um resumo da palestra você pode acompanhar no <a title="Palestra EWD" href="http://dwd3.blogspot.com/2007/12/mudei-de-idia-para-palestra-no-ewd.html">blog do próprio Luli</a>. Para fazer download dos slides da apresentação clique na imagem acima.</p>
<p>Professor da USP há mais de uma década, sabe como ninguém entreter uma platéia e ainda arrancar risos [e também gargalhadas]. Me agradam as constatações pés-no-chão que ele faz, por exemplo: <em>&#8220;Qual a diferença entre o Faustão na TV analógica e na TV Digital? Você por acaso vai querer interagir com o Faustão?&#8221;</em> Comentando que ocorre uma grande mudança do ponto de vista técnico, mas a qualidade vai continuar a mesma com a televisão digital.</p>
<p>A função de saber o que usar, como criar é função do <strong>designer</strong>, não do cliente. O cliente não precisa de noção, ele tem dinheiro e te paga pra fazer o que deve ser feito. [Aqui cabe a citação do Michel Lent sobre experts trabalhando no cliente, que pode fazer a relação entre cliente e fornecedor ainda mais rica].</p>
<p><strong>Você merece atenção?</strong></p>
<p>Com essa frase começou num novo tópico a falar de como pode ser feito o design, quantas camadas ainda existem fora do design gráfico, como design de informação, de interação, conteúdo, objetivos, especificações técnicas e hoje a maior parte do trabalho é focada somente nos elementos visuais, com uma grande área deixando de ser explorada.</p>
<p>Por último definiu o design como 3 coisas:</p>
<p>1) Desenho<br />
uma cara, linguagem. Pessoas são cegas visualmente, deixam de fazer desenhos aos 7 anos para começar a só ler. <a title="As cores que o executivo vê. Por Luli Radfahrer" href="http://dwd3.blogspot.com/2007/10/as-cores-que-o-executivo-v.html">Um executivo é um bom exemplo</a>.</p>
<p>2) Projeto<br />
resultados. Justificar o investimento.</p>
<p>3) Desígnio<br />
objetivo. Se o design consegue essas coisas todas se torna um bom design.<br />
bom design = invisível. deixa a impressão de algo bem feito.<br />
mau design = &#8216;pobrema&#8217; &#8211; quase sempre perceptível</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Mais sobre o evento: <a title="ViuIsso por Michel Lent" href="http://www.viuisso.com.br/2007/12/09/12%c2%ba-ewd-sao-paulo-2/">ViuIsso?</a>, <a title="René de Paula" href="http://blogs.msdn.com/renedepaula/archive/2007/12/08/direto-do-encontro-de-webdesign.aspx">René de Paula</a></p>
<img src="http://www.designcoletivo.com/a57de338/CCBot/1.0 (+http://www.commoncrawl.org/bot.html).gif" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Entendendo Web Design &#8211; por Jeffrey Zeldman</title>
		<link>http://www.designcoletivo.com/conceitos/entendendo-web-design/</link>
		<comments>http://www.designcoletivo.com/conceitos/entendendo-web-design/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 01:17:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camilo Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conceitos]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[webdesign]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.designcoletivo.com/archives/entendendo-web-design/</guid>
		<description><![CDATA[Este texto é a tradução de um trecho do artigo original Understanding Web Design, de Jeffrey Zeldman, na revista A List Apart. Translated with the permission of A List Apart Magazine and the author. [en] Traduzido com a permissão do A List Apart Magazine e do autor. [pt] &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211; Então, o que é Web Design? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este texto é a tradução de um trecho do artigo original Understanding Web Design, de <a title="Jeffrey Zeldman" href="http://www.zeldman.com/2007/11/20/ala-249-sizing-text-understanding-web-design/#comments">Jeffrey Zeldman</a>, na revista A List Apart.</p>
<blockquote><p>Translated with the permission of <a href="http://www.alistapart.com/">A List Apart Magazine</a> and the author. [en]</p>
<p>Traduzido com a permissão do A List Apart Magazine e do autor. [pt]</p></blockquote>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><strong>Então, o que é Web Design?</strong></p>
<p>Web design não é design de livros, não é design de pôsteres, não é ilustração. Websites podem ser serviços de entrega para games e vídeos e mesmo que esses sistemas pareçam visualmente belos, esses sites são só exemplares do design de games e história de vídeos.</p>
<blockquote><p><strong><br />
Web design é a criação de ambientes digitais que facilitam e encorajam a atividade humana. Refletem ou adaptam vozes ou conteúdo individual. E mudam graciosamente ao longo do tempo, mantendo sempre sua identidade. </strong></p></blockquote>
<p>Bons designs são como tipos, como <a title="Fonte Rosewood" href="http://www.veer.com/products/typedetail.aspx?image=ADT0003158">Rosewood</a>, que impõe sua personalidade dentro de qualquer contexto onde for aplicado. Outros como Helvetica, desbotam em segundo plano, apoiando magicamente o conteúdo, qualquer que seja o tom em que foi aplicado (Nós podemos argumentar amanhã se Helvetica é realmente neutra como a água).</p>
<p>Web design é como o que? Para alguns, é o layout &#8220;<a title="Tema 'Minima' para o Blogger" href="http://ekspeditsionist.blogspot.com/">Minima</a>&#8221; de Douglas Bowman para o Blogger. Usado por literalmente milhões de escritores, mas ao mesmo tempo parece ter sido feito para cada um deles.</p>
<p>Bons designs para web são como prédios. Todos os prédios comerciais têm lobby, toaletes e escadarias. Websites também compartilham coisas em comum.</p>
<p>Embora o design de um site seja totalmente individual, isso também é um grande negócio, já que, outros designs de sites desempenham as mesmas funções. Como bons designs de revistas e jornais, que os diferem de outros jornais e revistas banais em uma centena de detalhes sutis. Alguns celebram grandes layouts de revistas, outros milhões os apreciam consciente ou inconscientemente, mas ninguém reclama que esses layouts não são de pôsteres.</p>
<p>Os designers sem experiência ou com menor capacidade de pensar sobre seu trabalho questionam por que muitos sites usam grids, outros usam colunas e outros parecem quadrados. Os esforços para evitar o &#8216;aquadradamento&#8217; acontecem desde 1995. Mesmo tendo sucesso às vezes, a maior parte são miseráveis e designs esteticamente inúteis.</p>
<p>Um designer experiente, como um diretor de arte de jornal, aceita que esses meios funcionam e muitos trabalhos terão cabeçalhos, colunas e rodapés. Seu trabalho não é questionar isso, mas sim usá-los para criar algo distinto, natural, marcas apropriáveis, sutilmente memoráveis e silenciosamente, mas inequivocalmente envolvente.</p>
<p>Se ele alcança tudo isso e consegue abranger os detalhes, o seu trabalho vai ser bonito. Se todos não apreciam essa beleza, &#8211; se nem todos entendem design para web &#8211; então não vamos chorar pelo web design, mas também por aqueles que não podem ver.</p>
<p>Artigo original: <a title="Understanding Web Design - A List Apart" href="http://www.alistapart.com/articles/understandingwebdesign">Understanding Web Design &#8211; A List Apart Magazine</a></p>
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